- O Exército de Israel declarou a Cidade de Gaza como “zona de combate perigosa” em 29 de setembro.
- A pausa tática que permitia operações humanitárias na região foi encerrada.
- A decisão ocorre em meio a pressões internacionais por um cessar-fogo e intensificação das operações contra o Hamas.
- A Cidade de Gaza é considerada um reduto do Hamas, com uma rede de túneis utilizados por militantes.
- O Exército de Israel planeja uma grande ofensiva militar e afirma que a evacuação da cidade é “inevitável”.
O Exército de Israel declarou a Cidade de Gaza como “zona de combate perigosa” nesta sexta-feira, 29 de setembro, e anunciou o fim da pausa tática que permitia operações humanitárias na região. A decisão ocorre em meio a uma crescente pressão internacional por um cessar-fogo e a intensificação das operações militares contra o Hamas.
A pausa tática, que estava em vigor desde julho, tinha como objetivo facilitar a passagem de ajuda humanitária, incluindo comboios da ONU. No entanto, o Exército israelense afirmou que a partir de agora, essa pausa não se aplicará mais à Cidade de Gaza, onde a IDF (Força de Defesa de Israel) planeja uma grande ofensiva militar.
Israel considera a Cidade de Gaza um reduto do Hamas, que abriga uma complexa rede de túneis utilizados por militantes. A cidade também é vital para a infraestrutura e serviços de saúde da região, o que levanta preocupações sobre o impacto humanitário da nova escalada militar.
Apesar das pressões internas e externas para um fim imediato do conflito, o Exército de Israel reafirmou que as operações continuarão em todo o território. Em declarações recentes, foi mencionado que a evacuação da Cidade de Gaza é “inevitável”, dado o plano de Israel de assumir o controle da área.
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