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Bel para Meninas organiza protesto contra YouTube após exclusão de canal

Bel Peres protesta contra a remoção de seu canal no YouTube, alegando injustiça e falta de diálogo da plataforma sobre a exclusão.

Influenciadora Bel Peres convoca fãs para protesto contra exclusão do canal (Foto: Reprodução)
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  • A influenciadora Bel Peres convocou um protesto em São Paulo no dia 29 de agosto.
  • O protesto foi motivado pela remoção de seu canal “Bel para Meninas” pelo YouTube em 20 de agosto.
  • A exclusão ocorreu após críticas do youtuber Felca sobre a adultização infantil.
  • Bel, agora com 18 anos, afirmou que se sente injustiçada e descartada sem ser ouvida.
  • O YouTube defende sua política de tolerância zero para conteúdos que sexualizam menores e já removeu milhões de vídeos por violações semelhantes.

A influenciadora Bel Peres, conhecida pelo canal “Bel para Meninas”, convocou um protesto em São Paulo nesta sexta-feira, 29, após a remoção de seu canal pelo YouTube em 20 de agosto. A decisão ocorreu após críticas do youtuber Felca, que denunciou a adultização infantil em seu vídeo.

Bel, agora com 18 anos, expressou sua indignação nas redes sociais, afirmando que se sente injustiçada e descartada. Em um vídeo, ela declarou: “Estou perdendo tudo que é meu. Eu sou uma pessoa, tenho sentimentos, não mereço ser descartada sem ser ouvida.” O canal foi excluído junto a outros, por supostas violações das políticas de segurança infantil da plataforma.

Durante o protesto, Bel usou uma camiseta com a frase “Salve Bel para Meninas (real)” e segurou um cartaz pedindo justiça. A influenciadora destacou que, mesmo após receber confirmação de que seu canal não violava diretrizes, foi surpreendida pela exclusão. “Dói ver tudo que construí ao lado do YouTube ser jogado fora de repente,” lamentou.

O caso de Bel já havia gerado polêmica em 2020, quando surgiram acusações de exploração da imagem da jovem. Felca, em seu vídeo, relembrou momentos em que Bel era exposta a situações desconfortáveis, levantando questões sobre a responsabilidade dos tutores na criação de conteúdo infantil.

O YouTube, por sua vez, defende sua política de tolerância zero para conteúdos que sexualizam menores. A plataforma removeu mais de 18,8 milhões de vídeos globalmente em 2024 por violações semelhantes. A situação de Bel destaca a crescente preocupação com a segurança de crianças e adolescentes nas redes sociais.

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