- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, afirmando que ele depende do apoio de Jair Bolsonaro.
- Lula declarou que Tarcísio “fará o que o Bolsonaro quiser” e destacou a influência do ex-presidente na política atual.
- O presidente também atacou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, chamando-o de “figura caricata” e “falso humilde”.
- Lula manifestou apoio à candidatura de Rodrigo Pacheco ao governo de Minas e pediu a cassação do deputado Eduardo Bolsonaro, considerando-o um “traidor da pátria”.
- O presidente já conversou com deputados sobre a necessidade de tomar essa medida contra Eduardo Bolsonaro.
O presidente Lula (PT) criticou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmando que ele não teria relevância sem o apoio de Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista à rádio Itatiaia, Lula declarou que Tarcísio “fará o que o Bolsonaro quiser”, ressaltando a influência do ex-presidente no cenário político atual. A pressão por uma candidatura unificada do governador paulista à Presidência tem crescido entre integrantes do centrão e do mercado financeiro.
Além de Tarcísio, Lula também atacou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), chamando-o de “figura caricata” e “falso humilde”. O presidente criticou a performance de Zema em um programa de televisão, sugerindo que ele deve melhorar sua postura para não ser desmoralizado na campanha. Zema, por sua vez, afirmou que não comparecerá a eventos de Lula para evitar vaias.
Apoio a Pacheco e Críticas a Eduardo Bolsonaro
Lula manifestou apoio à candidatura do ex-presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), ao governo de Minas. O presidente expressou seu desejo de que Pacheco assuma essa responsabilidade, acreditando que ele teria sucesso na disputa. Pacheco, no entanto, ainda não decidiu se irá concorrer ou se aceitará uma possível vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
Em uma declaração contundente, Lula pediu a cassação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), considerando-o um “traidor da pátria”. O presidente já conversou com diversos deputados sobre a necessidade de tomar essa medida, destacando a gravidade das ações de Eduardo no cenário político brasileiro.
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