- Alexis Wilkins, namorada do diretor do FBI, Kash Patel, processou o ex-agente Kyle Seraphin por difamação.
- O processo foi movido em um tribunal federal em Austin, Texas, e Wilkins busca pelo menos R$ 5 milhões em danos.
- Wilkins alega que Seraphin a chamou de espiã israelense e insinuou que seu relacionamento com Patel é uma manipulação.
- A defesa de Wilkins afirma que as acusações são falsas e prejudiciais à sua reputação.
- Seraphin defendeu suas declarações, afirmando que não fez acusações diretas e que suas informações se baseiam em rumores nas redes sociais.
Alexis Wilkins, namorada do diretor do FBI, Kash Patel, entrou com um processo de difamação contra o ex-agente Kyle Seraphin. A ação, movida em um tribunal federal em Austin, Texas, alega que Seraphin a chamou de espiã israelense e insinuou que seu relacionamento com Patel é uma operação de manipulação. Wilkins busca pelo menos $5 milhões em danos.
No processo, a advogada de Wilkins afirma que Seraphin “mentiu maliciosamente” ao afirmar que ela, uma cantora country americana, é uma agente de um governo estrangeiro. O ex-agente, que se autodenomina “whistleblower”, fez os comentários durante seu podcast, onde sugeriu que a relação de Wilkins com Patel é uma “armadilha” para comprometer o diretor do FBI.
Wilkins, de 26 anos, e Patel, de 45, estão juntos desde janeiro de 2023, e seu relacionamento se tornou público após a confirmação de Patel como diretor do FBI em fevereiro. O ex-agente não mencionou Wilkins pelo nome, mas alega que suas declarações são baseadas em informações que circulam nas redes sociais.
Acusações e Reações
O processo destaca que Seraphin, ao insinuar que Wilkins é uma espiã, está comprometendo sua reputação e sugerindo que ela está envolvida em atividades de espionagem que poderiam prejudicar a segurança nacional. A defesa de Wilkins argumenta que as alegações são “vile e ridículas”, já que ela não tem nenhuma ligação com Israel e nunca esteve no país.
Seraphin, por sua vez, defendeu suas declarações em seu programa, afirmando que não fez acusações diretas. Ele também mencionou que já teve encontros com Patel e Wilkins em eventos políticos, mas não se recorda de detalhes. A situação levanta questões sobre a ética e a responsabilidade na divulgação de informações, especialmente quando envolvem figuras públicas.
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