- O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, anunciou que o partido não priorizará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem.
- A PEC permitiria ao Congresso suspender investigações de parlamentares, mas não avançou por falta de consenso.
- O foco do PL a partir da próxima semana será a anistia, e não solicitará mais que a PEC seja pautada.
- Cavalcante afirmou que outros partidos devem assumir a responsabilidade pela proposta, já que muitos desejam seus benefícios, mas não querem as consequências.
- Seis líderes partidários manifestaram interesse em construir um texto de consenso sobre a PEC e solicitaram a votação na próxima reunião do colégio de líderes.
O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, declarou que o partido não priorizará a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Blindagem, que permitiria ao Congresso suspender investigações de parlamentares. A proposta, que já foi discutida, não avançou devido à falta de consenso. Cavalcante afirmou que o PL não se tornará um “bode expiatório” nessa questão.
A partir da próxima semana, o foco do PL será a anistia, e o partido não solicitará mais que a PEC seja pautada. Segundo o líder, outros partidos devem assumir a responsabilidade pela proposta, uma vez que muitos desejam os benefícios da PEC, mas não querem arcar com as consequências. Ele destacou que a PEC não avançará sem um compromisso coletivo entre os partidos.
Durante a quinta-feira, seis líderes partidários entraram em contato com Cavalcante, manifestando interesse em construir um texto de consenso sobre a PEC. Esses líderes se comprometeram a solicitar que a proposta seja votada na próxima reunião do colégio de líderes. A falta de um acordo claro entre os partidos pode dificultar a continuidade das discussões sobre a PEC da Blindagem.
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