- O ex-presidente Jair Bolsonaro foi colocado em prisão domiciliar por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
- A medida gerou protestos e tensões políticas entre os parlamentares.
- O presidente do Conselho de Ética da Câmara, Fabio Schiochet, aguarda o parecer da Corregedoria sobre 15 pedidos de punição a deputados que obstruíram a sessão.
- A obstrução física na Câmara durou dois dias e foi encerrada após um acordo mediado pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira.
- O corregedor Diego Coronel tem até o fim de setembro para decidir sobre as punições, que podem incluir cassação ou suspensão dos mandatos.
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi alvo de uma prisão domiciliar determinada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, o que gerou tensões políticas e protestos entre parlamentares. Em meio a esse cenário, o presidente do Conselho de Ética da Câmara, Fabio Schiochet (União-SC), aguarda o parecer da Corregedoria sobre 15 pedidos de punição a deputados que obstruíram a sessão.
Os parlamentares ocuparam a mesa diretora da Câmara, impedindo os trabalhos por dois dias. A situação foi contornada após um acordo mediado pelo ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, que levou ao fim da rebelião. O presidente atual, Hugo Motta, enfrentou dificuldades, chegando a ser impedido de sentar-se em sua cadeira para iniciar a sessão.
Schiochet, que foi indicado por Motta para a presidência do Conselho de Ética, criticou a obstrução física. Ele afirmou que impedir a passagem do presidente da Câmara é inaceitável e que há registros em vídeo do ocorrido. O deputado também se manifestou contra a agressão da deputada Camila Jara ao deputado Nikolas Ferreira.
O corregedor Diego Coronel (PSD-BA) tem até o fim de setembro para decidir sobre as punições, que podem variar desde a cassação até a suspensão cautelar dos mandatos dos parlamentares envolvidos. A expectativa é que o relatório final da Corregedoria traga clareza sobre os próximos passos a serem tomados.
Entre na conversa da comunidade