- O ministro do Turismo, Celso Sabino, reafirmou sua permanência no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Sabino afirmou que sua continuidade depende de fé, confiança da bancada do União Brasil na Câmara e confiança do presidente.
- O União Brasil discute um possível afastamento do governo antes das eleições de 2026, gerando tensões internas.
- Lula exigiu que os ministros do partido tomassem uma posição clara em defesa do governo.
- O Ministério do Turismo desmentiu rumores sobre a saída de Sabino e destacou seu trabalho em Belém, onde lançou placas de sinalização turística com investimento de R$ 4,7 milhões.
Sob pressão interna, o ministro do Turismo, Celso Sabino, do União Brasil, reafirmou nesta sexta-feira (29) sua permanência no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Sabino, que também é deputado federal, destacou que sua continuidade no cargo depende de três pilares: a fé, a confiança da bancada do partido na Câmara e a confiança do presidente.
Nos últimos dias, o União Brasil, que ocupa três ministérios na gestão Lula, tem discutido a possibilidade de se afastar do governo antes das eleições de 2026. Durante uma reunião ministerial, Lula exigiu que os ministros do partido tomassem uma posição clara em defesa do governo, o que gerou tensões. O presidente do União Brasil, Antônio Rueda, respondeu afirmando que o partido é uma “força política que não se submete ao governo”.
A bancada federal do União Brasil, por sua vez, manifestou apoio a Rueda, reconhecendo o trabalho de Sabino como ministro. Em nota, o Ministério do Turismo também desmentiu rumores sobre a saída de Sabino, enfatizando que ele continua a trabalhar pelo desenvolvimento do setor. Nesta sexta, o ministro esteve em Belém (PA), onde lançou placas de sinalização turística, ação que recebeu investimento de R$ 4,7 milhões do governo federal.
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