- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mobilizou sete navios de guerra em águas venezuelanas, com quatro mil e quinhentos militares a bordo.
- A operação, anunciada em 29 de agosto, não confirma uma invasão, mas aumenta as tensões entre os países.
- O governo dos EUA alega que a mobilização visa combater o tráfico de drogas.
- Em resposta, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou um novo alistamento militar e criticou as ações dos EUA como imorais e ilegais.
- A presença militar dos EUA é vista como um sinal de força, enquanto Maduro reforça a necessidade de proteger a soberania venezuelana.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mobilizou sete navios de guerra em águas venezuelanas, transportando 4.500 militares, incluindo três contratorpedeiros e um submarino de ataque. A operação, anunciada nesta sexta-feira (29), não confirma uma invasão, mas intensifica as tensões entre os dois países. A informação foi divulgada pela agência Axios, que destacou a incerteza entre os conselheiros de Trump sobre os reais objetivos da mobilização, que oficialmente visa combater o tráfico de drogas.
Em resposta, o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, convocou um novo alistamento militar, criticando as ações dos EUA como “imorais, criminosas e ilegais”. Durante uma mobilização militar, ele afirmou que os Estados Unidos não conseguiriam entrar no país, reforçando a necessidade de proteger a soberania venezuelana. Maduro já havia solicitado a formação de 4,5 milhões de milicianos para enfrentar as ameaças externas.
Mobilização Militar e Reações
A mobilização americana inclui o navio de assalto USS Iwo Jima, que partiu do porto de Norfolk, Virgínia, após um furacão. O Pentágono não detalhou as ações planejadas, mas a presença militar é vista como um sinal de força na região. O governo dos EUA também anunciou uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levem à prisão de Maduro, uma medida que reflete a postura agressiva da administração Trump.
Maduro, por sua vez, descreveu as alegações do governo americano como “tolas”, comparando a situação a um “filme de faroeste hollywoodiano”. A mobilização de tropas e a retórica belicosa de ambos os lados indicam um aumento nas tensões, com a Venezuela se preparando para possíveis confrontos. A situação permanece crítica, com o futuro das relações entre os dois países em jogo.
Entre na conversa da comunidade