- Uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro ocorreu em Brasília no domingo, 31 de agosto.
- O ato incluiu uma carreata que criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Carlos Bolsonaro, vereador e filho do ex-presidente, participou do protesto e defendeu a Constituição.
- Os manifestantes se concentraram na Torre de TV e seguiram em direção ao condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.
- O julgamento de Jair Bolsonaro está agendado para terça-feira, 2 de setembro, e será conduzido pela Primeira Turma do STF.
Uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro ocorreu em Brasília no último domingo, 31 de agosto. O ato, que reuniu apoiadores em uma carreata, criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Carlos Bolsonaro, vereador e filho do ex-presidente, participou do protesto, afirmando estar ali para apoiar o pai e protestar contra o que chamou de “covardias” à Constituição.
Os manifestantes se concentraram na região da Torre de TV e seguiram em direção ao condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar, monitorado por tornozeleira eletrônica desde agosto. Durante o ato, muitos portavam bandeiras do Brasil e expressaram suas esperanças de que o STF absolva o ex-presidente, que enfrenta acusações de conspirar para se manter no poder após a derrota nas eleições de 2022.
Pedro Carlos Sérgio Alcântara, um comerciante presente na manifestação, declarou que espera que o juiz tenha “senso” e que Bolsonaro seja julgado livre. Outro participante, um aposentado que não revelou o nome, também expressou sua expectativa de que o processo não resulte em condenação, já que Bolsonaro pode enfrentar até 40 anos de prisão.
Julgamento Agendado
O julgamento de Jair Bolsonaro e outros sete réus da trama golpista está marcado para terça-feira, 2 de setembro, e será conduzido pela Primeira Turma do STF. No primeiro dia, a Procuradoria-Geral da República e a defesa de cada réu serão ouvidas. Recentemente, o ministro Alexandre de Moraes ordenou novas medidas para reforçar a segurança na área externa da residência do ex-presidente, em resposta à crescente mobilização de seus apoiadores.
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