- O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, planeja viajar no Dia da Independência, em 7 de setembro.
- A vice-governadora, Celina Leão, ficará em Brasília para monitorar a segurança do evento.
- Celina não participará da cerimônia ao lado do presidente Lula, que usará o evento para reforçar seu discurso patriótico.
- Essa mudança de postura é diferente dos anos anteriores, quando ambos estiveram ao lado de Jair Bolsonaro nas cerimônias.
- Ambos têm ambições políticas para 2026, com Ibaneis buscando uma vaga no Senado e Celina almejando liderar o governo do Distrito Federal em 2027.
O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), e a vice, Celina Leão (PP), planejam uma abordagem diferente para o Dia da Independência, que será celebrado em 7 de setembro. Ibaneis optou por viajar, enquanto Celina ficará em Brasília, mas não participará da cerimônia ao lado do presidente Lula, que deve usar o evento para reforçar seu discurso patriótico.
Celina, atuando como governadora em exercício, permanecerá no centro de inteligência para monitorar a segurança do evento. Essa decisão marca uma mudança em relação aos anos anteriores, quando ambos estiveram ao lado de Jair Bolsonaro nas cerimônias. Em 2023 e 2024, Ibaneis participou ativamente dos atos cívicos, mas neste ano, sua ausência é notável.
A assessoria do governador não respondeu sobre o destino da viagem de Ibaneis ou os motivos por trás da agenda externa. O Dia da Independência deste ano será uma oportunidade para Lula destacar a defesa da soberania brasileira, especialmente em um contexto de tensões comerciais com os Estados Unidos.
Ambições Políticas
Tanto Ibaneis quanto Celina são aliados de Bolsonaro e têm planos políticos para 2026. O governador deve concorrer a uma vaga no Senado, enquanto Celina busca apoio da família Bolsonaro para liderar o governo do Distrito Federal em 2027. Essa estratégia pode ser prejudicada pela sua ausência ao lado de Lula, especialmente em um momento em que o ex-presidente enfrenta um julgamento por tentativa de golpe de Estado.
A escolha de se distanciar do presidente atual pode refletir uma preocupação com a imagem política de ambos, considerando as ambições futuras. O cenário político se torna ainda mais complexo com a crescente popularidade de Lula, que busca consolidar sua imagem patriótica em um momento delicado para seus opositores.
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