- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, lidera o Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP) pela primeira vez, com 24,39 pontos, um aumento de 15% em relação a julho.
- O crescimento se deve a uma melhora nas menções em redes sociais e um aumento de 55% no engajamento de suas páginas.
- Ciro Gomes subiu para a segunda posição, com 16,62 pontos, um crescimento de 71%, impulsionado por especulações sobre sua filiação ao PSDB e aumento nas interações em suas redes sociais.
- A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro caiu para a sétima posição, com 11,88 pontos, uma queda de 53%, devido a escândalos financeiros e investigações da Polícia Federal.
- O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, terminou agosto com um IDP negativo de -1,90, após declarações consideradas xenofóbicas sobre o Nordeste.
Lula assumiu a liderança do Índice Datrix dos Presidenciáveis (IDP) pela primeira vez desde sua criação, em janeiro. O ranking, que avalia o desempenho digital de candidatos ao Planalto, registrou que o presidente alcançou 24,39 pontos, um aumento de 15% em relação a julho. Esse crescimento foi impulsionado por uma melhora nas menções em redes sociais e influenciadores, além de um aumento de 55% no engajamento de suas páginas.
Ciro Gomes, por sua vez, subiu da sexta para a segunda posição, com 16,62 pontos, um crescimento de 71%. O aumento no seu desempenho digital é atribuído à especulação sobre sua filiação ao PSDB e ao crescimento nas interações em suas redes sociais, que saltaram de 0,08% para 1,87%.
Queda de Michelle Bolsonaro
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que liderou o ranking em julho, caiu para a sétima posição, com 11,88 pontos, uma queda de 53%. Essa diminuição é atribuída a notícias negativas relacionadas a investigações da Polícia Federal e escândalos financeiros, que resultaram em uma redução de 55% no engajamento de suas páginas.
Tensão na Direita
O IDP também revelou tensões entre os governadores da direita. Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Ratinho Jr. (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Romeu Zema (Novo-MG) enfrentaram ataques da base bolsonarista. Zema foi o mais afetado, terminando agosto com um IDP negativo de -1,90, após declarações consideradas xenofóbicas sobre o Nordeste.
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