- A Bélgica reconhecerá o Estado da Palestina na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro.
- O anúncio foi feito pelo ministro das Relações Exteriores, Maxime Prevot.
- O reconhecimento está condicionado à libertação de reféns pelo Hamas e à desmilitarização do grupo.
- Além disso, a Bélgica impôs doze sanções ao governo israelense, incluindo a proibição de importação de produtos de assentamentos ilegais.
- A decisão reflete um movimento crescente na União Europeia por sanções contra o governo de Benjamin Netanyahu.
A Bélgica anunciou que reconhecerá o Estado da Palestina durante a Assembleia Geral da ONU, marcada para setembro. O ministro das Relações Exteriores, Maxime Prevot, fez o comunicado, destacando que a formalização ocorrerá após a libertação de reféns pelo Hamas e a desmilitarização do grupo.
A decisão belga se alinha a um movimento crescente entre países ocidentais, como a França, que também planeja reconhecer a Palestina na mesma reunião da ONU. Prevot afirmou que a medida é uma resposta à crise humanitária em Gaza e às ações de Israel, que, segundo ele, violam o direito internacional.
Além do reconhecimento, a Bélgica impôs doze sanções ao governo israelense. Essas sanções incluem a proibição de importação de produtos de assentamentos ilegais e a declaração como persona non grata de dois ministros israelenses. O governo belga busca aumentar a pressão sobre ambos os lados do conflito, reafirmando seu compromisso com a segurança de Israel.
A proposta de reconhecimento da Palestina reflete um apelo mais amplo dentro da União Europeia por sanções contra o governo de Benjamin Netanyahu. Apesar das divisões internas, a Bélgica se compromete a apoiar medidas que suspendam colaborações com Israel que exijam maioria qualificada.
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