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Câmara do Rio adia discussão sobre aumento de até 1.270% na taxa de iluminação

Vereador solicita adiamento da análise do projeto que altera a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública até três de dezembro

Mudança na contribuição da iluminação pública pode elevar o tributo entre 40,3% e 1.270% em Botafogo à noite (Foto: Reprodução)
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  • A tramitação do projeto que altera as regras da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip) na Câmara do Rio foi adiada para a próxima semana.
  • O projeto sugere aumentos de até 1.270% para grandes consumidores e 40,3% para residências, com isenção para famílias de baixa renda que consomem até 100 kWh por mês.
  • O adiamento ocorreu após o vereador Pedro Duarte solicitar vistas ao projeto.
  • A análise conjunta das comissões permanentes foi prorrogada até 3 de dezembro.
  • O prefeito Eduardo Paes defende a mudança como necessária para financiar um novo sistema de videomonitoramento e outras iniciativas de segurança pública.

A tramitação do projeto que visa alterar as regras da Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (Cosip) na Câmara do Rio foi adiada para a próxima semana. A proposta, que já estava em discussão, sugere aumentos de até 1.270% para grandes consumidores e 40,3% para residências. Apenas famílias de baixa renda, que consomem até 100 kWh por mês, permaneceriam isentas.

O adiamento ocorreu após o vereador Pedro Duarte, presidente da Comissão de Assuntos Urbanos, solicitar vistas ao projeto. A análise conjunta das sete comissões permanentes da Casa, que deveria ocorrer em reunião fechada, foi prorrogada até 3 de dezembro. Se o parecer tivesse sido aprovado na reunião anterior, a proposta poderia ter sido incluída na pauta da próxima semana.

O prefeito Eduardo Paes justificou a necessidade da mudança, afirmando que os recursos são essenciais para financiar a implementação de um novo sistema de videomonitoramento na cidade e outras iniciativas de segurança pública, como a criação da Força Municipal armada. A proposta gera controvérsia, especialmente entre os vereadores que criticam os altos aumentos para os consumidores.

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