- O julgamento de Jair Bolsonaro e sete aliados, acusados de tentativas de golpe de Estado, começou no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2 de setembro de 2025.
- A sessão ocorreu em um clima político tenso, com a presença de deputados da base do governo Lula.
- Apenas o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, compareceu, enquanto Bolsonaro, em prisão domiciliar, não solicitou presença.
- A acusação, liderada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, considera Bolsonaro o líder de uma organização criminosa que tentou impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva.
- As penas para os réus podem somar até 43 anos de prisão, e a sessão foi transmitida ao vivo, atraindo a atenção de 501 jornalistas.
O julgamento de Jair Bolsonaro e sete aliados, acusados de tentativas de golpe de Estado, teve início no Supremo Tribunal Federal (STF) em um ambiente político tenso. A sessão, realizada em 2 de setembro de 2025, contou com a presença de deputados da base do governo Lula, enquanto Bolsonaro, em prisão domiciliar, não compareceu.
Na primeira sessão, apenas o ex-ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, esteve presente. Os deputados Lindbergh Farias (PT-RJ), Jandira Feghali (PCdoB-RJ), Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e Pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) ocuparam assentos na quarta fileira do plenário, evidenciando a ausência de apoio bolsonarista. A sessão foi transmitida ao vivo, atraindo a atenção de 501 jornalistas.
A acusação, liderada pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, classifica Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa que tentou impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva. As penas para os réus podem somar até 43 anos de prisão. O clima no STF é de expectativa, com a sociedade atenta aos desdobramentos do processo.
A primeira sessão começou às 9h e deve se estender até as 19h, com uma segunda sessão agendada para o mesmo dia às 14h. A defesa dos réus terá a oportunidade de se manifestar ao longo do dia, com a participação de três a quatro advogados. O julgamento representa um marco importante no cenário político brasileiro, refletindo as divisões entre a esquerda e o bolsonarismo.
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