- O procurador-geral da República, Paulo Gonet, não compareceu às sustentações orais do julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde de dois de outubro.
- Gonet havia participado apenas da sessão matutina, onde apresentou sua acusação.
- O subprocurador-geral Paulo Vasconcelos Jacobina o representou durante a tarde, garantindo a presença do Ministério Público.
- O advogado do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, criticou a ausência de Gonet, mencionando que havia preparado uma homenagem a ele.
- Outros defensores também expressaram descontentamento, considerando a atitude “indelicada” e ressaltando a importância da presença do procurador para ouvir as defesas.
A ausência do procurador-geral da República, Paulo Gonet, durante as sustentações orais no julgamento da trama golpista no STF, gerou críticas entre os advogados de defesa. O julgamento ocorreu na tarde desta terça-feira, 2 de outubro, e Gonet havia participado apenas da sessão matutina, onde apresentou sua acusação.
Na tarde, Gonet foi representado pelo subprocurador-geral Paulo Vasconcelos Jacobina, que ficou responsável por garantir a presença do Ministério Público. O advogado do ex-comandante da Marinha, Almir Garnier Santos, Demóstenes Torres, destacou a ausência de Gonet em sua sustentação, mencionando que havia preparado uma homenagem ao procurador, mas que, na falta dele, pediu a Jacobina que transmitisse seus cumprimentos.
Críticas à ausência de Gonet foram expressas por outros defensores, que consideraram a atitude “indelicada”. Um advogado comentou que o procurador deveria ouvir as defesas e que faltou deferência aos advogados presentes. A assessoria da PGR esclareceu que Gonet compareceu apenas para a sustentação oral e que, em sessões, a presença de outros membros do órgão é comum. Jacobina permaneceu para assegurar a representação do Ministério Público, conforme a prática habitual nas sessões.
Entre na conversa da comunidade