- Jordan Bardella, presidente do Reagrupamento Nacional (RN), e Marine Le Pen, líder do partido, anunciaram que não apoiarão a mocão de confiança do primeiro-ministro François Bayrou.
- Após reunião no palácio de Matignon, Bardella afirmou que “o milagre não aconteceu”, o que pode resultar na queda de Bayrou e em novas eleições legislativas antecipadas.
- Le Pen pediu uma “dissolução ultrarrápida da Assembleia Nacional” para permitir a formação de uma nova maioria capaz de elaborar um orçamento.
- François Bayrou, que está no cargo há oito meses, pode se tornar o quarto primeiro-ministro a cair nesta legislatura.
- O líder socialista Olivier Faure declarou que a decisão de não apoiar Bayrou é “irrevogável”, indicando que a queda do primeiro-ministro é iminente.
Jordan Bardella, presidente do Reagrupamento Nacional (RN), e Marine Le Pen, líder do partido, anunciaram que não apoiarão a mocão de confiança do primeiro-ministro François Bayrou. Após reunião no palácio de Matignon, Bardella afirmou que “o milagre não aconteceu”, indicando que a decisão pode resultar na queda de Bayrou e em novas eleições legislativas antecipadas.
Le Pen destacou a urgência de uma “dissolução ultrarrápida da Assembleia Nacional”, afirmando que a nova maioria deve ser capaz de elaborar um orçamento. A situação política se complica, pois Bayrou pode se tornar o quarto primeiro-ministro a cair nesta legislatura. O RN, que enfrenta investigações por malversação, parece ter encontrado um respiro na turbulência política atual.
Bardella criticou a estratégia de Bayrou, chamando-a de “assento ejetável” e ressaltou que os problemas de gastos públicos não estão sendo abordados adequadamente. Ele mencionou questões como o custo da imigração e a contribuição da França para o orçamento da União Europeia, afirmando que não se pode exigir sacrifícios constantes dos cidadãos.
Cenário Político
O primeiro-ministro, que está no cargo há apenas oito meses, se reunirá com todos os partidos, exceto com a França Insumisa (LFI), que recusou o convite. Os socialistas, que têm um papel crucial na continuidade de Bayrou, apresentaram um plano de cortes de 21,7 bilhões de euros para o próximo ano, que é metade do que o governo busca.
O líder socialista, Olivier Faure, afirmou que a decisão de não apoiar Bayrou é “irrevogável”, indicando que a queda do primeiro-ministro é iminente. Com isso, a França pode enfrentar uma nova crise política, apenas um ano após as últimas eleições.
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