- O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus começou no Supremo Tribunal Federal (STF) em 2 de setembro.
- O caso envolve uma suposta trama, com relatoria do ministro Alexandre de Moraes e presidido pelo ministro Cristiano Zanin.
- Novas sessões do julgamento estão agendadas para os dias 3, 9, 10 e 12 de setembro.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou sobre o processo, defendendo o direito de defesa dos acusados e mencionando sua própria experiência na Lava Jato.
- Lula afirmou que, se Bolsonaro é inocente, deve provar sua inocência.
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus teve início no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 2 de setembro. O caso envolve uma suposta trama, com relatoria do ministro Alexandre de Moraes e presidido pelo ministro Cristiano Zanin. Novas sessões estão agendadas para os dias 3, 9, 10 e 12 de setembro.
Durante o velório do jornalista Mino Carta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) comentou sobre o processo, ressaltando que o STF não está julgando Bolsonaro de forma pessoal. Lula mencionou sua própria experiência em processos judiciais, afirmando que não teve as mesmas condições de defesa que os acusados atuais. “Ele pode se defender como eu não pude me defender”, disse Lula, enfatizando a importância do direito de defesa.
Os outros réus no julgamento incluem figuras proeminentes como Alexandre Ramagem, ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), e Almir Garnier Santos, ex-comandante da Marinha. Também estão sendo julgados Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional, entre outros. Lula concluiu que, se Bolsonaro é inocente, deve “provar que não tem nada a ver com isso”.
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