- O presidente do Progressistas (PP), Ciro Nogueira, anunciou que o partido formalizará sua saída do governo federal.
- O anúncio deve ocorrer nesta terça-feira, 31 de outubro de 2023.
- Ciro Nogueira se reuniu com Antonio Rueda, presidente do União Brasil, e Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), para discutir a votação da proposta de anistia.
- A anistia é uma prioridade para a oposição, mas enfrenta resistência na Câmara dos Deputados.
- O governo, liderado por Jair Bolsonaro, busca apoio para contornar essa resistência, contando com a ajuda do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira.
No mesmo dia em que o Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar Jair Bolsonaro (PL) por tentativa de golpe de Estado, o presidente do Progressistas (PP), senador Ciro Nogueira, anunciou que o partido formalizará sua saída do governo federal. O anúncio deve ocorrer ainda nesta terça-feira, 31 de outubro de 2023.
Ciro Nogueira, que já havia manifestado descontentamento com o governo, se reuniu pela manhã com o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e com Valdemar Costa Neto, presidente do PL. O encontro teve como foco a votação da proposta de anistia, considerada prioritária pela oposição, e o cronograma de desembarque do PP do governo. O senador afirmou que a decisão sobre a saída será anunciada entre hoje e amanhã.
A votação da anistia é um tema central para a oposição, com Ciro Nogueira destacando que há um consenso entre os partidos sobre a urgência da pauta. Ele declarou que a anistia deveria ter sido votada há tempos, dado o apoio majoritário no Congresso. No entanto, a resistência de alguns líderes na Câmara dos Deputados pode dificultar a tramitação da proposta.
Enquanto isso, a oposição intensifica a pressão pela votação da anistia. O líder Zucco enfatizou que a maioria dos líderes concorda que essa deve ser a prioridade imediata. Apesar das movimentações da oposição e das declarações de Ciro Nogueira, o governo ainda busca apoio para contornar a resistência à proposta, com Bolsonaro contando com a ajuda do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para articular a situação.
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