- O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a proposta do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de conceder indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
- Rui afirmou que não pode haver impunidade para os réus da suposta trama golpista após as eleições de 2022.
- O Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando Bolsonaro e outros sete réus por tentativas de golpe para reverter a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
- O ministro destacou a gravidade das ações de Bolsonaro, incluindo planos para tramar a morte de líderes eleitos e ministros do STF.
- Tarcísio declarou que seu primeiro ato como presidente seria conceder indulto a Bolsonaro, considerando as acusações como desarrazoadas.
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, criticou a proposta do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, de conceder indulto ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista à rádio Valença FM, Rui afirmou que não pode haver impunidade para os réus envolvidos na suposta trama golpista que ocorreu após as eleições de 2022. O Supremo Tribunal Federal (STF) começou a julgar Bolsonaro e outros sete réus, acusados de tentativas de golpe para reverter a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva.
Rui destacou que as investigações revelaram depoimentos e provas que indicam a gravidade das ações de Bolsonaro, incluindo planos para tramar a morte de líderes eleitos e ministros do STF. Ele enfatizou que, diante das evidências, é fundamental que a Justiça atue e aplique as penas correspondentes. “Não é possível que isso fique impune,” afirmou.
A crítica de Rui também se estendeu a Tarcísio, que declarou não confiar na Justiça e prometeu anistiar Bolsonaro caso seja eleito presidente. O ministro lembrou que o próprio governador chegou ao cargo por meio da Justiça Eleitoral. “Se não há Justiça, vale tudo,” disse Rui, ressaltando a importância do sistema judiciário na manutenção da democracia.
Na última sexta-feira, Tarcísio afirmou que seu primeiro ato como presidente seria conceder indulto a Bolsonaro, considerando as acusações como “absolutamente desarrazoadas.” Ele expressou sua descrença em relação à Justiça, afirmando não ver elementos que justifiquem a condenação do ex-presidente.
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