- O ex-presidente Jair Bolsonaro está sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma suposta trama golpista.
- Desde agosto, ele cumpre prisão domiciliar e acompanha o julgamento com os filhos Carlos e Jair Renan.
- Eduardo Bolsonaro, que reside nos Estados Unidos, está impedido de contato com o pai devido a investigações.
- Carlos e Jair Renan criticaram as acusações nas redes sociais, chamando-as de perseguição e inquisição moderna.
- O julgamento deve se estender até sexta-feira da próxima semana e analisa as acusações de tentativa de ruptura institucional.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está sob investigação no Supremo Tribunal Federal (STF) por uma suposta trama golpista. Desde agosto, ele cumpre prisão domiciliar e acompanha o julgamento, que ocorre nesta quarta-feira (3), com seus filhos Carlos e Jair Renan. A presença do ex-presidente no tribunal não foi autorizada, mas seus filhos não precisam de registro prévio para visitas.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos, está impedido de manter contato com o pai devido a investigações por tentativa de coação. O ministro Alexandre de Moraes determinou que as restrições se aplicam também aos familiares, incluindo proibições de uso de celular e gravações. Além disso, veículos que saem da residência de Bolsonaro devem ser revistados.
Carlos Bolsonaro criticou as acusações nas redes sociais, chamando-as de “perseguição implacável” e elogiando a defesa do pai. Ele afirmou que o que ocorre é uma “inquisição moderna” e que a esperança em Bolsonaro não pode ser apagada. Jair Renan também se manifestou, destacando que o julgamento visa silenciar milhões de apoiadores do ex-presidente.
Eduardo, por sua vez, descreveu o processo como um “teatro histórico” e criticou Moraes, chamando-o de “violador de direitos humanos”. Na segunda-feira (1º), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) visitou Bolsonaro e relatou que ele estava “sereno”, apesar de enfrentar problemas de saúde após cirurgias abdominais.
O julgamento deve se estender até sexta-feira da próxima semana (12) e analisa as acusações de tentativa de ruptura institucional.
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