- O advogado Andrew Fernandes Farias defendeu o general Paulo Sérgio Nogueira, afirmando que ele tentou impedir um golpe durante o governo Jair Bolsonaro.
- A declaração foi feita sobre uma reunião em 14 de dezembro, no gabinete do ministro da Defesa, onde se discutiu como demover o presidente de um possível golpe.
- A reunião teve tensões e resultou na saída do brigadeiro Batista Jr. após a apresentação de uma nova minuta aos comandantes.
- Farias argumenta que a postura democrática de Nogueira, afastado do poder, é uma prova de sua inocência, citando críticas nas redes sociais como evidência.
- A defesa de Nogueira se alinha à de outros generais, que também afirmam ter sido afastados das decisões políticas, sugerindo que não estavam envolvidos em tentativas de golpe.
O advogado Andrew Fernandes Farias defendeu o general Paulo Sérgio Nogueira, afirmando que ele tentou impedir um golpe durante o governo Jair Bolsonaro. A declaração foi feita em relação a uma reunião ocorrida em 14 de dezembro, no gabinete do ministro da Defesa, onde, segundo Farias, discutiu-se como demover o presidente de um possível golpe.
A reunião foi marcada por tensões, culminando na saída do brigadeiro Batista Jr. ao ser apresentada uma nova minuta aos comandantes. Farias argumenta que a postura democrática de Nogueira, que foi afastado do centro do poder, é uma prova de sua inocência. Ele também mencionou críticas direcionadas ao general nas redes sociais, onde foi chamado de “melancia”, como evidência de que ele não fazia parte de um movimento golpista.
Distanciamento do Poder
A defesa de Nogueira se alinha à de outros generais, como o general Heleno, que também afirmam que seus clientes foram afastados das decisões políticas. Essa narrativa sugere que o distanciamento dos altos escalões do governo é um indicativo de que não estavam envolvidos em tentativas de golpe.
Farias enfatiza que as críticas recebidas por Nogueira nas redes sociais, especialmente de grupos que defendiam ações golpistas, reforçam sua posição de inocência. A situação continua a ser monitorada, enquanto as investigações sobre a postura das Forças Armadas durante o governo Bolsonaro se intensificam.
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