- O senador Flávio Bolsonaro rejeitou a proposta de anistia com redução de penas do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
- Flávio defende uma anistia ampla, geral e irrestrita, afirmando que não aceitará uma “anistia meia bomba”.
- Ele anunciou que uma proposta da oposição será apresentada em breve e que a maioria decidirá a redação final.
- A proposta de Alcolumbre não inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta possíveis condenações.
- O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, criticou a iniciativa de Alcolumbre e afirmou que a discussão deve ocorrer na Câmara dos Deputados antes de ser tratada no Senado.
BRASÍLIA – A discussão sobre a anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de Janeiro ganha novos contornos. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) rejeitou a proposta do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), que sugere uma anistia com redução de penas. Flávio defende uma anistia ampla, geral e irrestrita, afirmando que não aceitará uma “anistia meia bomba”.
O senador destacou que a proposta que está sendo elaborada pela oposição deve ser apresentada em breve. Ele enfatizou que a maioria decidirá a redação final do texto, afirmando que os envolvidos estão sendo acusados de crimes que não cometeram. Flávio tentou dialogar com Alcolumbre, mas não obteve sucesso, prometendo continuar as tentativas de conversa.
Propostas em Conflito
A proposta de Alcolumbre, que visa uma anistia com redução de penas, não inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta possíveis condenações. O líder do PL no Senado, Carlos Portinho, também criticou a iniciativa, afirmando que a discussão deve ocorrer na Câmara dos Deputados antes de ser tratada no Senado. Ele ressaltou que o projeto original, que já recebeu regime de urgência, prevê uma anistia total.
A pressão por parte dos aliados de Bolsonaro para que o projeto original seja votado é intensa. Portinho sugeriu que a antecipação de Alcolumbre em discutir um texto alternativo pode indicar que a aprovação da anistia preferida pelos bolsonaristas na Câmara é vista como inevitável. A polarização política continua a acirrar os ânimos entre os parlamentares, refletindo a complexidade do cenário atual.
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