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PL critica viagem de Carla Zambelli à Itália como um erro político grave

Valdemar Costa Neto critica viagem de Carla Zambelli à Itália e expressa solidariedade enquanto ela aguarda extradição após condenação

Foto: Reprodução
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  • Carla Zambelli, deputada federal licenciada, está presa na Itália aguardando extradição após ser condenada a 10 anos de prisão por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
  • A condenação ocorreu em 2023, em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto.
  • Valdemar Costa Neto, presidente nacional do Partido Liberal (PL), expressou solidariedade a Zambelli, mas criticou sua decisão de viajar.
  • Zambelli deixou o Brasil em junho, inicialmente para os Estados Unidos, e foi detida na Itália em julho após ser incluída na difusão vermelha da Interpol.
  • A condenação incluiu uma multa de R$ 2 milhões, perda do mandato e inelegibilidade por 8 anos.

Carla Zambelli, deputada federal licenciada, está presa na Itália aguardando extradição após ser condenada a 10 anos de prisão por envolvimento em um esquema de invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A condenação ocorreu em 2023, em parceria com o hacker Walter Delgatti Neto.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, manifestou solidariedade à parlamentar, mas criticou sua decisão de viajar. Zambelli deixou o Brasil em junho, inicialmente para os Estados Unidos, alegando problemas de saúde, e depois seguiu para a Itália, onde foi detida pela polícia local em julho, após ser incluída na difusão vermelha da Interpol.

Valdemar expressou sua tristeza pela situação de Zambelli, afirmando que ela “cavou uma sepultura” para si mesma. Em entrevista à GloboNews, ele destacou que a deputada poderia estar em liberdade se tivesse permanecido nos Estados Unidos. “Ela errou, porque faz as coisas pela cabeça dela”, disse.

A condenação de Zambelli foi unânime e incluiu uma multa de R$ 2 milhões e a perda do mandato, além de inelegibilidade por 8 anos. O relator do caso classificou suas ações como graves ameaças à segurança institucional. Em sua defesa, Zambelli alegou ser alvo de perseguição política, afirmando que sua honra e os princípios do Estado de Direito estavam sendo atacados.

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