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Operação da PF investiga prefeito de Macapá por fraude em licitação de hospital

Polícia Federal investiga prefeito de Macapá por fraude em licitação e desvio de R$ 9 milhões na construção de hospital municipal

Prefeito de Macapá, Dr. Furlan, em evento público (Foto: Reprodução)
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  • A Polícia Federal deflagrou uma operação em Macapá, nesta quarta-feira, investigando o prefeito Antônio Furlan por suspeitas de fraude em licitação e desvio de recursos na construção do Hospital Geral Municipal.
  • A operação inclui treze mandados de busca e apreensão em Macapá e Belém, no Pará.
  • As investigações apontam um esquema que teria direcionado a licitação do hospital, com um contrato de R$ 69,3 milhões assinado em maio de 2024.
  • Um dos investigados é acusado de sacar R$ 9 milhões em espécie, levantando suspeitas sobre o desvio de recursos da Secretaria Municipal de Saúde.
  • Furlan, reeleito em 2024 com 85% dos votos, já havia enfrentado investigações anteriores por fraudes em contratos de urbanização.

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (3), uma operação que investiga o prefeito de Macapá, Antônio Furlan (MDB), por suspeitas de fraude em licitação e desvio de recursos na construção do Hospital Geral Municipal. A ação inclui 13 mandados de busca e apreensão em Macapá e Belém (PA).

As investigações revelam indícios de um esquema criminoso que teria direcionado a licitação do hospital, cujo contrato, no valor de R$ 69,3 milhões, foi assinado em maio de 2024. A PF apura também o desvio de recursos da Secretaria Municipal de Saúde, com um dos investigados supostamente sacando R$ 9 milhões em espécie.

Contexto da Investigação

A operação ocorre em um cenário de crescente insatisfação popular com a gestão de Furlan. Recentemente, o prefeito se envolveu em um incidente com jornalistas durante uma visita às obras do hospital, onde agrediu um repórter. O episódio gerou repercussão negativa nas redes sociais e aumentou as críticas à sua administração.

Além das fraudes na licitação, os envolvidos podem enfrentar acusações de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e fraude em licitação. A PF destaca a importância da transparência na gestão pública, especialmente em projetos de grande porte.

Furlan, reeleito em 2024 com 85% dos votos, já havia enfrentado investigações anteriores, incluindo uma operação da PF em 2020 sobre fraudes em contratos de urbanização. A nova operação levanta questões sobre a integridade de sua administração e os impactos que isso pode ter na política local.

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