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Robinho sofre nova derrota judicial após três análises da matéria pelo ministro

Superior Tribunal de Justiça nega recurso de Robinho e mantém decisão do Supremo Tribunal Federal sobre sua prisão por estupro

Robinho (Foto: Reprodução)
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  • A defesa de Robinho teve um recurso negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou a tentativa de soltura do ex-jogador.
  • A decisão foi unânime e reafirma que a questão já foi decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
  • O ministro relator Francisco Falcão destacou que o recurso já havia sido analisado anteriormente pelo STF, que decidiu manter Robinho na prisão por dez votos a um.
  • A defesa alegou que a prisão é ilegal, pois o crime ocorreu antes da promulgação da Lei de Migração, em 2017.
  • Robinho foi condenado por estupro de uma jovem albanesa na Itália em 2013, enquanto jogava pelo Milan, e sua condenação foi mantida em todas as instâncias, com a decisão final ocorrendo em 2022.

A defesa de Robinho teve um novo recurso negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que rejeitou a tentativa de soltura do ex-jogador. A decisão foi unânime e reafirma que a questão já foi decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O ministro relator Francisco Falcão destacou que o recurso já havia sido analisado anteriormente pelo STF, que decidiu, na semana passada, manter Robinho na prisão por 10 votos a 1. Falcão afirmou que a matéria foi apreciada em três ocasiões, enfatizando a firmeza da decisão judicial.

A defesa argumentou que a prisão é ilegal, uma vez que o crime ocorreu antes da promulgação da Lei de Migração, em 2017. Robinho foi condenado por estupro de uma jovem albanesa na Itália em 2013, enquanto jogava pelo Milan. O caso envolveu outros cinco amigos do ex-jogador, sendo que um deles, Roberto Falco, também está preso.

Contexto da Condenação

A condenação de Robinho foi mantida em todas as instâncias na Itália, com a decisão final ocorrendo em 2022. Após retornar ao Brasil, o Ministério da Justiça da Itália solicitou a extradição do jogador, que não foi atendida, já que o Brasil não extradita seus cidadãos. Assim, a Justiça italiana pediu que a pena de nove anos de prisão fosse cumprida no Brasil.

A situação de Robinho continua a gerar repercussões, tanto no âmbito jurídico quanto na opinião pública, refletindo a complexidade dos casos de violência sexual e suas consequências legais.

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