- A oposição venezuelana, liderada por María Corina Machado, criticou o governo de Nicolás Maduro por suposto envolvimento com o narcotráfico.
- Machado apoiou operações antinarcóticos dos Estados Unidos no Caribe, que destruíram uma lancha venezuelana e resultaram na morte de 11 pessoas.
- Diosdado Cabello, ministro do Interior, atacou Machado, chamando-a de “desubicada” e questionando a narrativa sobre o combate ao narcotráfico.
- Cabello afirmou que as alegações de envolvimento do governo com o tráfico são “histórias de Netflix” e que a operação militar é uma tentativa de desestabilizar o governo.
- Machado defendeu que a operação não é contra a Venezuela, mas sim contra uma estrutura de narcotráfico que afeta o mundo.
A oposição venezuelana, liderada por María Corina Machado, intensificou suas críticas ao governo de Nicolás Maduro, acusando-o de envolvimento com o narcotráfico. Recentemente, Machado expressou apoio às operações antinarcóticos dos Estados Unidos no Caribe, que resultaram na destruição de uma lancha venezuelana e na morte de 11 pessoas a bordo.
Em resposta, Diosdado Cabello, ministro do Interior e figura central do regime chavista, atacou Machado em seu programa de televisão, chamando-a de “desubicada”. Ele afirmou que a narrativa sobre o combate ao narcotráfico é manipulada e desafiou a ideia de que o governo venezuelano esteja envolvido com o tráfico. Cabello disse: “A essas alturas, todo mundo deveria ter claro que, se a nós nos apertam, nós também apertamos”.
Machado, por sua vez, defendeu que a operação militar dos EUA não é contra a Venezuela, mas sim contra uma estrutura de narcotráfico que causa danos globais. Ela afirmou que “cada dia que passa se fecha o cerco” e que a queda do regime chavista é iminente. Em eventos virtuais, ela tem reiterado sua disposição para liderar uma transição pacífica à democracia.
Cabello, por outro lado, questionou a veracidade das informações sobre a operação, levantando dúvidas sobre a quantidade de combustível na lancha e sugerindo que a narrativa é uma tentativa de desestabilizar o governo. Ele afirmou que “tudo isso é fabricado” e que as alegações sobre o governo de Maduro estarem ligados a organizações criminosas são meras “histórias de Netflix”.
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