- Os 43 estudantes normalistas de Ayotzinapa desapareceram em 26 de setembro de 2014, e as investigações ainda não apresentaram avanços significativos.
- Em reunião recente, a presidenta Claudia Sheinbaum não trouxe novas informações aos familiares dos desaparecidos, que saíram decepcionados.
- Sheinbaum prometeu reforçar a investigação e mencionou que análises de chamadas telefônicas estão em andamento, mas os familiares afirmaram que as informações já eram conhecidas.
- O novo fiscal, Mauricio Pazarán, está à frente do caso há sete semanas, após a saída de Rosendo Gómez Piedra.
- Uma nova reunião entre os familiares e o governo está agendada para novembro, na expectativa de novos desdobramentos.
Os 43 estudantes normalistas de Ayotzinapa desapareceram em 26 de setembro de 2014, e as investigações sobre o caso continuam sem avanços significativos. Em uma reunião recente com a presidenta Claudia Sheinbaum, os familiares dos desaparecidos saíram decepcionados, sem novas informações sobre o que ocorreu naquela noite.
Durante o encontro, Sheinbaum prometeu reforçar a investigação e mencionou que análises de chamadas telefônicas estão sendo realizadas. No entanto, os familiares afirmaram que não houve novidades e que as informações discutidas já eram conhecidas. O advogado que representa os parentes lamentou a falta de respostas e destacou que a expectativa não foi atendida.
A presidenta também abordou o estado do processo de extradição de Tomás Zerón, ex-diretor da Agência de Investigação Criminal, acusado de envolvimento no caso. Além disso, foram discutidas as extradições de outros funcionários relacionados ao crime. A reunião foi a primeira após a saída do advogado Vidulfo Rosales, que deixou o caso para assumir um novo cargo.
Avanços na Investigação
Sheinbaum enfatizou que novas análises estão sendo feitas, que não foram consideradas anteriormente. Apesar disso, os resultados ainda não foram divulgados. A mandatária afirmou que investigações científicas estão em andamento, mas não forneceu detalhes específicos sobre os métodos utilizados.
O novo fiscal, Mauricio Pazarán, está à frente do caso há apenas sete semanas. Ele substituiu Rosendo Gómez Piedra, que liderou as investigações desde 2022. A mudança de liderança foi acompanhada de promessas de novas abordagens, mas a pressão das famílias por respostas continua intensa.
Os parentes dos estudantes esperam que as promessas se traduzam em ações concretas. Uma nova reunião entre os familiares e o governo está agendada para novembro, na esperança de que novos desdobramentos possam surgir.
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