- O deputado Reimont, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, pediu ao Ministério Público Federal (MPF) a investigação de Victor Stavale, conhecido como Vicky Vanilla.
- Stavale é acusado de apologia ao nazismo, incitação ao racismo e à violência.
- O deputado solicitou a prisão preventiva de Stavale e que o caso seja monitorado pela Comissão de Direitos Humanos.
- O ofício enviado menciona que o influenciador promove ideologias neonazistas e utiliza símbolos associados ao nazismo.
- Um vídeo de Stavale foi usado por bolsonaristas para associar o presidente Lula ao satanismo, alegação que foi desmentida pelo próprio presidente.
O deputado Reimont (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, solicitou ao Ministério Público Federal (MPF) uma investigação sobre o influenciador Victor Stavale, conhecido como Vicky Vanilla. Ele é acusado de apologia ao nazismo, incitação ao racismo e à violência. O parlamentar pediu a prisão preventiva de Stavale e que o caso seja acompanhado pela Comissão de Direitos Humanos.
Stavale é apontado como responsável por disseminar ideologias neonazistas e por organizar grupos virtuais que promovem essa ideologia. O ofício enviado à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) menciona que o influenciador utiliza símbolos e gestos associados ao nazismo, como o “Sol Negro”, além de recomendar a leitura de obras de Adolf Hitler e outros autores supremacistas.
Reimont destaca que as ações de Vanilla não apenas violam a Constituição, mas também infringem a lei de racismo e o código penal. O deputado enfatiza que a conduta do influenciador, que se autodenomina satanista e “sacerdote luciferiano”, é inaceitável e deve ser punida. Ele pediu que o procurador Nicolao Dino avalie a possibilidade de prisão e comunique a Polícia Federal.
Um dos vídeos de Vanilla foi utilizado por bolsonaristas para associar o presidente Lula ao satanismo, uma alegação que foi desmentida pelo próprio presidente. O episódio resultou em multas aplicadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a parlamentares como Carla Zambelli e Flávio Bolsonaro, evidenciando a gravidade da situação e a necessidade de um combate efetivo à intolerância.
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