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Traficante Coronel é procurado por espancamento fatal de jovem após baile funk no Rio

Coronel é apontado como mandante do assassinato de Sther Barroso, em crime brutal na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Operação policial em andamento

Coronel, integrante do Terceiro Comando Puro (TCP), apontado como mandante do assassinato de uma jovem (Foto: Reprodução)
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  • Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, é apontado como mandante do assassinato de Sther Barroso dos Santos, ocorrido após a jovem recusar sair de um baile funk.
  • O crime aconteceu na comunidade da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
  • Sther, de 22 anos, foi espancada e encontrada sem vida na porta de casa, após ser acompanhada por um traficante.
  • Coronel e outro líder da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) foram alvos de uma operação policial na manhã de quinta-feira em Vila Aliança.
  • O histórico criminal de Coronel inclui pelo menos 12 mandados de prisão, com acusações de tráfico de drogas e homicídio.

Bruno da Silva Loureiro, conhecido como Coronel, é considerado pela Polícia Civil o mandante do assassinato de Sther Barroso dos Santos, ocorrido após a jovem recusar sair de um baile funk. O crime, brutal e motivado por vingança, aconteceu na comunidade da Coreia, em Senador Camará, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Na manhã de quinta-feira, Coronel e outro líder da facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) foram alvos de uma operação conjunta das polícias civil e militar em Vila Aliança. Sther, de 22 anos, foi espancada e deixada sem vida na porta de casa, após ser acompanhada por um traficante. A jovem, segundo a família, não tinha envolvimento com o crime e chegou ao Hospital Municipal Albert Schweitzer já sem vida.

Coronel acumula uma extensa ficha criminal, com pelo menos 12 mandados de prisão nos últimos cinco anos, incluindo acusações de tráfico de drogas, homicídio e porte ilegal de armas. Ele é descrito como uma figura violenta e influente dentro do TCP, utilizando a força para intimidar a comunidade. Investigadores afirmam que ele estava foragido, mas voltou a circular em áreas dominadas pela facção.

O histórico criminal de Bruno inclui um mandado de prisão preventiva expedido em 2019, relacionado a um homicídio duplamente qualificado e associação para o tráfico de drogas. Em março de 2021, ele foi denunciado por participação em uma chacina no Parque de Madureira, onde disparos de arma de fogo resultaram em mortes e ferimentos de várias pessoas. O ataque foi motivado por disputas entre facções rivais.

O assassinato de Sther Barroso é mais um exemplo da violência associada ao tráfico de drogas na região. As investigações indicam que o crime foi uma demonstração de poder da facção, reforçando a necessidade de ações rigorosas das autoridades para combater a criminalidade.

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