- Donald Trump pediu ao Supremo Tribunal que suspenda a reintegração da comissária da Comissão Federal de Comércio (FTC), Rebecca Slaughter, após decisões judiciais que consideraram sua demissão ilegal.
- Em março, Trump demitiu Slaughter e o comissário Alvaro Bedoya, parte de uma estratégia para influenciar agências federais.
- Slaughter processou Trump buscando sua reintegração, enquanto Bedoya renunciou em junho e abandonou sua ação judicial.
- Um juiz do Tribunal Distrital de Washington, D.C., decidiu que a demissão de Slaughter foi ilegal, e o Tribunal de Apelações do D.C. confirmou essa decisão.
- Trump também tenta demitir a governadora do Federal Reserve, Lisa Cook, levantando novas questões sobre a legalidade de suas ações.
Donald Trump solicitou ao Supremo Tribunal que suspenda a reintegração da comissária da FTC, Rebecca Slaughter, após decisões judiciais que consideraram sua demissão ilegal. A ação ocorre em meio a uma série de tentativas do ex-presidente de influenciar agências federais.
Em março, Trump demitiu Slaughter e o comissário Alvaro Bedoya, parte de uma estratégia mais ampla para exercer controle sobre órgãos reguladores. Após a demissão, Slaughter processou Trump, buscando sua reintegração. Bedoya, por sua vez, renunciou em junho e abandonou sua ação judicial.
Recentemente, um juiz do Tribunal Distrital de Washington, D.C., decidiu que a demissão de Slaughter foi ilegal. O Tribunal de Apelações do D.C. confirmou essa decisão, afirmando que comissários da FTC só podem ser demitidos por motivos justificados, como negligência ou má conduta. Trump não apresentou justificativas para a demissão de Slaughter.
Além disso, Trump está tentando demitir a governadora do Federal Reserve, Lisa Cook, levantando novas questões sobre a legalidade de suas ações. O ex-presidente a acusou de fraude hipotecária, alegações que foram negadas por sua defesa. Um tribunal já realizou uma audiência sobre o caso, mas não houve resolução, deixando a situação de Cook incerta.
As ações de Trump em relação a Slaughter e Cook podem resultar em novos desafios legais, possivelmente chegando ao Supremo Tribunal, onde a questão da autoridade presidencial sobre agências reguladoras será novamente debatida.
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