- O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) defendeu a anistia aos acusados dos ataques de 8 de janeiro.
- Ele argumentou que a medida poderia facilitar negociações comerciais com os Estados Unidos, especialmente na redução das tarifas de importação.
- Durante uma conversa em Washington, Eduardo afirmou que a aprovação da anistia fortaleceria a posição do Brasil nas negociações.
- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), tem liderado a articulação em favor da proposta, buscando unir aliados.
- Eduardo também se reuniu com representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI) para fortalecer laços com empresários americanos, enfatizando a importância do Congresso na aprovação da anistia.
O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) reafirmou sua defesa pela anistia aos acusados dos ataques de 8 de janeiro, argumentando que essa medida pode facilitar negociações comerciais com os Estados Unidos. Durante uma conversa em Washington, Eduardo afirmou que a aprovação do projeto abriria portas para a redução das tarifas de importação, atualmente em 50%, impostas pelo governo americano a produtos brasileiros.
“Se nós votarmos a anistia, eu te asseguro com tranquilidade: a gente vai sentar na mesa”, disse o deputado, ressaltando que, embora não participe das negociações, acredita que a medida fortalecerá a posição de quem estiver representando o Brasil. A articulação em favor da anistia tem sido liderada pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tem buscado unir aliados em torno da proposta, suavizando tensões anteriores com Eduardo.
A mudança de tom de Eduardo em relação a Tarcísio é notável, especialmente após críticas abertas sobre a postura do governador em relação à disputa presidencial de 2026. Eduardo agora destaca que ambos compartilham mais pautas em comum do que divergências, afirmando que “quem estiver dentro do barco da anistia, a gente está junto com certeza.”
Durante sua estadia em Washington, Eduardo também se encontrou com representantes da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que busca fortalecer laços com empresários americanos. Ele enfatizou que a pressão para a aprovação da anistia deve ser feita em Brasília, não nos Estados Unidos, reforçando a importância do Congresso nesse processo.
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