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Pacheco critica a direita e elogia Lula em evento do governo em Belo Horizonte

Rodrigo Pacheco critica a direita e Donald Trump em evento com Lula, que anuncia programa de distribuição de gás a 15,5 milhões de famílias

Foto: Reprodução
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  • O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) criticou a direita e Donald Trump em evento em Belo Horizonte no dia quatro de setembro.
  • Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pacheco homenageou o falecido prefeito Fuad Noman e defendeu a democracia.
  • Lula anunciou o programa “Gás do Povo”, que distribuirá botijões de gás gratuitamente a 15,5 milhões de famílias, com custo estimado de R$ 5 bilhões.
  • Pacheco destacou a importância de Noman, que enfrentou problemas de saúde e ataques da extrema direita durante sua campanha.
  • O senador também mencionou a interferência de forças estrangeiras na política brasileira e afirmou que a eleição de Lula foi uma manifestação do povo contra tentativas de golpe.

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) criticou a direita e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante um evento em Belo Horizonte nesta quinta-feira, 4. Ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Pacheco homenageou o falecido prefeito Fuad Noman e defendeu a democracia, enquanto Lula anunciou o programa “Gás do Povo”.

Pacheco, que tem se alinhado a Lula desde que deixou a presidência do Senado, é visto como um potencial candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de 2026. Durante seu discurso, ele destacou a importância de Noman, que venceu as eleições para prefeito mesmo enfrentando problemas de saúde e ataques da extrema direita. “Ele foi agredido covardemente por essa extrema direita”, afirmou.

O evento, realizado na favela do Aglomerado da Serra, marcou o anúncio do programa que distribuirá botijões de gás gratuitamente a 15,5 milhões de famílias, com um custo estimado de R$ 5 bilhões para o próximo ano. A iniciativa depende de aprovação do Congresso em até 120 dias para não perder validade.

Pacheco também abordou a interferência de “forças estrangeiras” na política brasileira, afirmando que a “força do povo e do presidente Lula” garantirão a estabilidade econômica do país. “O Brasil é dos brasileiros”, enfatizou, referindo-se a tentativas de desestabilização.

O senador ressaltou que o povo brasileiro se manifestou contra um suposto golpe de Estado ao eleger Lula para um terceiro mandato. “A democracia foi atacada, mas o povo disse ‘não'”, declarou, em um momento que coincide com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal, acusado de ser o líder de uma tentativa de golpe após as eleições de 2022. A defesa de Bolsonaro nega as acusações, alegando falta de provas.

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