- O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, enfrenta sanções da Lei Magnitsky, com discussões sobre a inclusão de sua família e do Lex Instituto de Estudos Jurídicos nas medidas.
- O Lex possui imóveis avaliados em R$ 12,4 milhões e é considerado uma fachada para ocultação de patrimônio.
- Há pressão para ampliar as sanções contra a família de Moraes, com apoio de figuras como o deputado Eduardo Bolsonaro e o ex-apresentador Paulo Figueiredo, que atuam nos Estados Unidos.
- O governo americano investiga a natureza das propriedades do Lex, incluindo a residência de Moraes em São Paulo e imóveis em Campos do Jordão.
- As transferências de patrimônio para o Lex ocorreram principalmente em 2014, quando Moraes se preparava para uma possível candidatura política.
O ministro do STF Alexandre de Moraes enfrenta sanções da Lei Magnitsky, com discussões sobre a inclusão de sua família e do Lex Instituto de Estudos Jurídicos nas medidas. O Lex, que possui imóveis avaliados em R$ 12,4 milhões, é considerado uma fachada para ocultação de patrimônio.
A pressão para ampliar as sanções contra a família de Moraes vem de figuras como o deputado Eduardo Bolsonaro e o ex-apresentador Paulo Figueiredo, que estão atuando nos Estados Unidos. Eles buscam apoio na Casa Branca e no Departamento de Estado para incluir Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, nas sanções. A ampliação é vista como crucial para que as sanções já aplicadas tenham efeito real.
O Lex, fundado em 2000, é controlado por Viviane e os filhos de Moraes desde 2013. O instituto não possui registro público de atividades jurídicas, e sua classificação é de “treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial”. A administração Trump está investigando a natureza das propriedades do Lex, que incluem a residência de Moraes em São Paulo e imóveis em Campos do Jordão.
Além disso, o governo americano está levantando informações sobre possíveis propriedades em nome do ministro e de sua família em outros estados. As transferências de patrimônio para o Lex ocorreram principalmente em 2014, quando Moraes se preparava para uma possível candidatura política. A situação gera um clima de incerteza e expectativa sobre o desdobramento das sanções e suas implicações para o ministro e sua família.
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