- Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência Social, vai depor à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no dia vinte de novembro.
- O depoimento ocorre em meio a uma crise relacionada a desvios em aposentadorias e pensões, investigados pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU).
- A expectativa é alta no governo, que teme o que Lupi pode revelar, já que ele é considerado “intreinável” e pode ser alvo de armadilhas da oposição.
- Lupi será o quinto a depor, após representantes da Defensoria Pública da União, um delegado da PF, um advogado e uma diretora da CGU.
- A CPMI busca esclarecer os detalhes do esquema de corrupção que afetou o INSS e a confiança pública nas instituições.
Carlos Lupi, ex-ministro da Previdência Social, vai depor à CPMI do INSS nesta segunda-feira, 20 de novembro. Sua oitiva ocorre em meio a uma crise que envolveu um esquema de desvios em aposentadorias e pensões, revelado por investigações da PF e da CGU.
A expectativa em torno do depoimento é alta, especialmente no governo, onde há apreensão sobre o que Lupi pode revelar. Considerado “intreinável” por pessoas próximas, ele é visto como alguém que pode improvisar, o que gera preocupações sobre possíveis armadilhas armadas pela oposição, que domina a comissão. Apesar de não ter sido citado nas investigações, sua presença é considerada a mais impactante desde o início da CPMI.
Lupi será o quinto a depor, seguindo uma representante da DPU, um delegado da PF, um advogado e uma diretora da CGU. O depoimento é aguardado com atenção, pois pode trazer novos desdobramentos sobre a crise que abalou o ministério e o governo. A comissão, que já está em funcionamento há 20 dias, busca esclarecer os detalhes do esquema de corrupção que afetou o INSS e a confiança pública nas instituições.
Entre na conversa da comunidade