- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou enviar tropas para Chicago em uma postagem nas redes sociais.
- Ele usou uma montagem inspirada no filme “Apocalypse Now” e mencionou o “Departamento de Guerra”.
- A legenda da postagem provocou polêmica ao fazer referência a deportações.
- O governador de Illinois, JB Pritzker, criticou Trump, chamando-o de “aspirante a ditador” e prometendo resistência legal.
- Trump já havia mobilizado tropas em outras cidades governadas por democratas e mencionou possíveis intervenções em Baltimore, Nova Orleans e Portland.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou suas ameaças de intervenção militar em Chicago neste sábado (6). Em uma postagem nas redes sociais, ele compartilhou uma montagem inspirada no filme “Apocalypse Now”, insinuando o uso do “Departamento de Guerra” para enviar tropas da Guarda Nacional e agentes de imigração à cidade. A legenda provocativa, “Adoro o cheiro de deportações pela manhã”, ecoa uma famosa frase do filme, gerando polêmica.
A reação do governador de Illinois, JB Pritzker, foi imediata. Ele criticou Trump, chamando-o de “aspirante a ditador” e prometendo resistência legal contra qualquer ação do governo federal. Pritzker, que é considerado um potencial candidato presidencial em 2028, afirmou que Illinois não se deixará intimidar por ameaças autoritárias.
Trump já havia mobilizado tropas da Guarda Nacional em outras cidades governadas por democratas, como Los Angeles e Washington, desde junho. Além de Chicago, ele mencionou Baltimore, Nova Orleans e Portland como possíveis alvos de futuras operações. As ações do presidente têm gerado protestos e ações judiciais, com líderes locais se preparando para contestar legalmente qualquer intervenção.
A situação em Chicago se agrava, com líderes municipais e estaduais se unindo para barrar as ameaças de Trump. O presidente, que afirma ter poderes quase ilimitados para mobilizar a Guarda Nacional, enfrenta crescente oposição. A tensão entre o governo federal e as autoridades locais reflete um clima político polarizado, especialmente em um ano eleitoral.
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