- Centrais sindicais e movimentos sociais realizaram um ato na Praça da República, em São Paulo, na manhã do feriado de 7 de setembro.
- O evento teve como foco a defesa da soberania nacional e a contestação de propostas de anistia a investigados por tentativas de golpe.
- Participaram do ato ministros do governo Lula, como Luiz Marinho (Trabalho) e Alexandre Padilha (Saúde), além de deputados federais do PSOL, como Guilherme Boulos e Érika Hilton.
- A manifestação também abordou pautas como a taxação dos super-ricos e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.
- O ato foi organizado pela Frente Povo Sem Medo, que inclui o MST e o MTST, e eventos semelhantes estão previstos em 36 cidades de 23 estados e no Distrito Federal.
Centrais sindicais e movimentos sociais se mobilizaram na manhã do feriado de 7 de setembro na Praça da República, em São Paulo, em um ato em defesa da soberania nacional. O evento, que reuniu lideranças de esquerda, visou contestar propostas de anistia a investigados por tentativas de golpe e defender pautas trabalhistas. Entre os presentes estavam ministros do governo Lula, como Luiz Marinho (Trabalho) e Alexandre Padilha (Saúde), além de deputados federais como Guilherme Boulos e Érika Hilton, ambos do PSOL.
Com uma temperatura de 18 °C e céu nublado, os manifestantes ocuparam uma parte da praça, exibindo bandeiras e cartazes que clamavam pela soberania popular. O ato ocorreu em resposta a uma mobilização bolsonarista programada para a tarde na Avenida Paulista, onde a anistia irrestrita a Jair Bolsonaro seria a principal bandeira. A manifestação na Praça da República também abordou questões como a taxação dos super-ricos e a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais.
Pautas e Mobilização
Organizado pela Frente Povo Sem Medo, que inclui o MST e o MTST, o ato contou com a participação de movimentos sindicais como a CUT e a UGT. A expectativa é que eventos semelhantes ocorram em 36 cidades de 23 estados e no Distrito Federal. Durante o ato, o deputado estadual Antônio Donato (PT) destacou a importância da mobilização, afirmando que a luta contra a anistia é crucial para a defesa da democracia.
Os discursos enfatizaram a necessidade de resistência contra a interferência estrangeira e a vigilância sobre políticos que não priorizam os interesses da população. Gilmar Mauro, do MST, ressaltou a resiliência dos movimentos sociais, afirmando que a luta pela democracia e soberania continua firme. A diversidade de participantes, incluindo veteranos e jovens militantes, reforçou o compromisso com a luta por direitos e justiça social.
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