- Greta Thunberg criticou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, por sua inação em relação à crise humanitária em Gaza.
- A declaração ocorreu durante uma missão humanitária a bordo da Flotilha Global Sumud, que busca entregar ajuda à região.
- Thunberg afirmou que Starmer deve cumprir seu dever legal de agir para prevenir um genocídio.
- A ativista destacou a responsabilidade dos líderes mundiais em evitar atrocidades e mencionou a ausência de ações efetivas.
- A Flotilha, que já atua desde 2008, visa fornecer alimentos e suprimentos médicos a Gaza, onde a ONU alertou sobre a fome enfrentada pelos civis.
Greta Thunberg, ativista sueca, criticou o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, por sua falta de ação diante da crise humanitária em Gaza. A declaração foi feita durante uma missão humanitária a bordo da Flotilha Global Sumud, que busca entregar ajuda à região. Thunberg enfatizou que Starmer deve cumprir seu dever legal de agir para prevenir um genocídio.
A ativista destacou a responsabilidade dos líderes mundiais em evitar atrocidades e não apoiar regimes considerados de apartheid. “Vimos civis se manifestando em todo o mundo, mas há uma grande ausência daqueles com responsabilidade legal de agir”, afirmou Thunberg. Sua crítica ocorre antes de uma reunião prevista entre Starmer e o presidente de Israel, Isaac Herzog, com parlamentares aconselhando o premiê a não se encontrar com o líder israelense.
Missão Humanitária
Thunberg está a bordo de uma embarcação da Flotilha Global Sumud, que conta com cerca de 50 barcos e centenas de ativistas. A missão visa entregar alimentos, suprimentos médicos e fórmula infantil a Gaza, onde a ONU já alertou sobre a fome enfrentada pelos civis. Esta é a segunda vez que a ativista participa de uma ação desse tipo; em junho, ela foi detida em águas internacionais ao tentar chegar à região.
A Flotilha, que envia ajuda humanitária a Gaza desde 2008, busca chamar a atenção internacional para a situação crítica no território. Thunberg e seus colegas pretendem não apenas fornecer assistência, mas também provocar uma reflexão sobre a responsabilidade dos governos em agir diante de crises humanitárias. A ativista acredita que a conscientização global está crescendo, afirmando que “as pessoas estão acordando” para as atrocidades em Gaza.
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