- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um “último aviso” ao Hamas para libertar reféns em Gaza neste domingo, dia 7.
- Israel intensificou suas operações na região, visando desmantelar a infraestrutura do grupo terrorista.
- As negociações de cessar-fogo, mediadas pelos EUA, estão estagnadas.
- Em Tel Aviv, famílias de reféns protestaram pedindo ajuda e o fim da guerra; atualmente, 48 reféns estão sob custódia do Hamas.
- O Departamento de Estado dos EUA revogou vistos de membros da Autoridade Palestina e da Organização para a Liberação da Palestina, incluindo o presidente Mahmoud Abbas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez um “último aviso” ao Hamas neste domingo (7), exigindo a libertação de reféns em Gaza. Enquanto isso, Israel intensifica suas operações na região, com o objetivo de desmantelar a infraestrutura do grupo terrorista. As negociações de cessar-fogo, mediadas pelos EUA, permanecem estagnadas.
Trump enfatizou a importância de manter Benjamin Netanyahu fortalecido em Israel para avançar nas negociações e preservar a influência americana no Oriente Médio. Em um vídeo divulgado pelo Hamas, dois reféns israelenses, Guy Gilboa-Dalal e Alon Ohel, aparecem após 700 dias em cativeiro. Guy expressou temor por sua vida devido à ofensiva israelense, enquanto a família de Alon revelou que ele perdeu a visão em um dos olhos.
Protestos em Tel Aviv
Em Tel Aviv, famílias de reféns e ativistas realizaram protestos, clamando por ajuda de Trump e pedindo o fim da guerra. Atualmente, 48 reféns ainda estão sob custódia do Hamas. As operações israelenses em Gaza já controlam 40% da cidade, com avanços em direção ao centro para localizar armas e túneis do grupo.
Recentemente, um bombardeio israelense destruiu um prédio que, segundo os militares, abrigava um centro de comando do Hamas. O ataque resultou na morte de seis membros de uma família. A perspectiva de um cessar-fogo continua distante, especialmente com o endurecimento da retórica do Egito, que se opõe ao deslocamento em massa de palestinos.
Tensão Política
Além disso, o Departamento de Estado dos EUA revogou vistos de membros da Autoridade Palestina e da Organização para a Liberação da Palestina (OLP), incluindo o presidente Mahmoud Abbas. A medida visa pressionar a OLP, acusada de não cumprir compromissos de paz. Abbas está previsto para discursar na Assembleia Geral da ONU em setembro, mas a revogação de vistos pode complicar sua presença no evento.
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