- Jair Bolsonaro solicitou autorização ao Supremo Tribunal Federal (STF) para um procedimento médico no Hospital DF Star, em Brasília, agendado para 14 de outubro.
- O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes e ocorre após o julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado, do qual Bolsonaro é réu.
- A defesa descreve o procedimento como a retirada de lesões de pele, incluindo hemangiomas e linfangiomas, com laudo médico indicando nevo melanocítico e uma lesão indefinida.
- A cirurgia é de baixa complexidade, não requer internação e a expectativa é de alta no mesmo dia.
- Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto, com restrições de visitas e monitoramento por tornozeleira eletrônica.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para realizar um procedimento médico no Hospital DF Star, em Brasília, no próximo 14 de outubro. O pedido foi encaminhado ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, e ocorre dois dias após a última sessão do julgamento sobre a tentativa de golpe de Estado, na qual Bolsonaro é réu.
No requerimento, a defesa do ex-presidente descreve o procedimento como a retirada de lesões de pele, incluindo hemangiomas e linfangiomas. O laudo médico apresentado indica diagnósticos de nevo melanocítico e uma lesão de natureza indefinida. A cirurgia é considerada de baixa complexidade e não requer internação, com expectativa de alta no mesmo dia.
Desde 4 de agosto, Bolsonaro está em prisão domiciliar, enfrentando restrições de visitas e monitoramento por tornozeleira eletrônica. Sua prisão foi decretada após a constatação de que ele utilizou redes sociais de familiares para contornar proibições de comunicação. O julgamento sobre os atos de 8 de janeiro será retomado nesta terça-feira, 9, com a leitura do voto de Moraes, e a análise deve se estender até sexta-feira, 12.
Recentemente, o ex-presidente já havia recebido autorização para realizar exames médicos devido a problemas de saúde, incluindo refluxo e infecções pulmonares. A defesa argumenta que o procedimento cirúrgico é necessário para tratar as lesões identificadas, reforçando a urgência do pedido ao STF.
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