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Israel classifica ataque em Jerusalém como ato de terrorismo

Ataque em Jerusalém deixa seis mortos e provoca resposta militar de Israel em busca de suspeitos na Cisjordânia e em Jerusalém Oriental

Correria durante ataque a tiros em Jerusalém (Foto: Reprodução)
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  • Um ataque em Jerusalém, ocorrido nesta segunda-feira (8), resultou na morte de pelo menos seis pessoas, sendo classificado pelas autoridades israelenses como um ato terrorista.
  • Quatro vítimas morreram no local e duas em um hospital; onze pessoas estão sendo tratadas, com seis em estado grave.
  • O ministro da Economia de Israel, Nir Barkat, responsabilizou a Autoridade Palestina pelo ataque, enquanto o ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, afirmou que a Autoridade Palestina condenou a violência.
  • O grupo Hamas elogiou o ataque, chamando-o de “operação heroica”, mas não assumiu a autoria.
  • Após o incidente, o Exército israelense cercou várias aldeias palestinas em Ramallah em busca de mais suspeitos.

Um ataque em Jerusalém nesta segunda-feira (8) resultou na morte de pelo menos seis pessoas, levando autoridades israelenses a classificá-lo como um ato terrorista. O ataque ocorreu próximo à entrada norte da cidade, em uma área que conecta diretamente aos assentamentos judaicos. Quatro vítimas foram declaradas mortas no local, enquanto as outras duas faleceram em um hospital. Onze pessoas estão sendo tratadas por ferimentos, com seis em estado grave, segundo o serviço de ambulância Magen David Adom.

O ministro da Economia de Israel, Nir Barkat, responsabilizou a Autoridade Palestina pelo ataque, afirmando que um soldado israelense “eliminou os terroristas e evitou um desastre ainda maior”. Em contrapartida, o ministro das Relações Exteriores, Gideon Sa’ar, destacou que a Autoridade Palestina condenou o ataque, reafirmando sua posição de rejeitar qualquer forma de violência contra civis.

Reações e Consequências

O grupo Hamas elogiou o ataque, chamando-o de “operação heroica” e uma resposta natural aos “crimes da ocupação”. Apesar disso, o Hamas não assumiu a autoria do ataque. As autoridades israelenses informaram que os dois suspeitos do ataque foram mortos e eram moradores da Cisjordânia, sem documentos oficiais. Um terceiro suspeito foi preso em Jerusalém Oriental por suposta colaboração.

Após o ataque, tropas das Forças Armadas de Israel cercaram várias aldeias palestinas em Ramallah, em busca de mais suspeitos. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu realizou uma avaliação com os chefes de segurança para definir a resposta do governo, visitando posteriormente o local do ataque. A situação continua tensa, refletindo as persistentes hostilidades entre israelenses e palestinos.

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