- A Marinha da Colômbia disparou acidentalmente contra a embarcação da prefeita Karen Pineda, no departamento de Nariño.
- O incidente resultou na morte de um funcionário e ferimentos em um guarda-costas.
- A embarcação estava navegando sem luzes de sinalização e foi confundida por uma equipe de guardas costeiros.
- O presidente da República, Gustavo Petro, pediu uma investigação rigorosa e expressou condolências à família da vítima, Luis Fernando Sánchez.
- Líderes sociais e a Defensoria do Povo exigiram esclarecimentos e uma investigação transparente sobre o ataque.
A Marinha da Colômbia disparou acidentalmente contra a embarcação da prefeita Karen Pineda, no departamento de Nariño, resultando na morte de um funcionário e ferimentos em um guarda-costas. O incidente ocorreu durante a madrugada, quando a embarcação, que navegava sem luzes de sinalização, foi confundida por uma equipe de guardas costeiros em um posto de controle.
A prefeita saiu ilesa, mas o ataque gerou uma onda de indignação. A Marinha justificou a ação, afirmando que os militares agiram em conformidade com os protocolos de segurança, temendo por suas vidas. O presidente Gustavo Petro pediu uma investigação rigorosa sobre o ocorrido e expressou suas condolências à família da vítima, Luis Fernando Sánchez.
Reações e Pedidos de Esclarecimento
Líderes sociais da região consideraram o ataque uma “confusão” e exigiram esclarecimentos. O ex-secretário do governo regional, Benildo Estupiñán, criticou a ação militar, afirmando que não se pode abrir fogo contra uma embarcação sem uma justificativa clara. A Defensoria do Povo também pediu uma investigação “meticulosa e transparente” para garantir a verdade e a justiça.
A Colômbia enfrenta uma grave onda de violência, com grupos criminosos disputando territórios para tráfico de drogas e mineração ilegal. O governo de Petro, que prioriza o diálogo com esses grupos, enfrenta críticas pela sua abordagem, especialmente em um contexto de crescente insegurança e atentados.
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