- Diosdado Cabello, ministro do Interior e secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), convocou os cidadãos a se prepararem para possíveis confrontos devido ao envio de tropas dos Estados Unidos ao Caribe.
- Ele afirmou que essa mobilização representa uma ameaça à soberania da Venezuela, alegando que os EUA usam o combate ao narcotráfico como justificativa para suas ações.
- Cabello destacou a importância de estar alerta e preparado para defender a nação, mencionando a necessidade de vigilância contra traidores internos.
- O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, declarou que a Venezuela está em estado de alerta e não teme a operação militar dos EUA, que inclui oito navios militares e um submarino nuclear na região.
- O governo venezuelano mobilizou suas forças armadas e solicitou apoio à Organização das Nações Unidas (ONU) e à comunidade internacional para enfrentar o que considera uma tentativa de desestabilização.
O ministro do Interior e secretário-geral do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), Diosdado Cabello, convocou os cidadãos a se prepararem para possíveis confrontos em resposta ao envio de tropas dos Estados Unidos ao Caribe. Ele afirmou que essa mobilização representa uma ameaça à soberania do país, alegando que os EUA estão utilizando o combate ao narcotráfico como justificativa para suas ações.
Durante uma coletiva de imprensa transmitida pela VTV, Cabello declarou que, embora não deseje guerra, o povo deve estar alerta e preparado para defender a nação. Ele mencionou que a preparação inclui estar atento a possíveis traidores internos que possam colaborar com o que chamou de imperialismo. O PSUV planeja debater propostas para enfrentar o que considera uma ameaça militar sem precedentes.
O ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, também se manifestou, afirmando que a Venezuela está em estado de alerta e não teme a operação militar dos EUA. Ele acredita que a mobilização visa provocar uma mudança de regime e desestabilizar as instituições do país. Os EUA enviaram oito navios militares e um submarino nuclear para a região, além de deslocar caças F-35 para Porto Rico.
Em resposta a essas ações, a Venezuela mobilizou suas forças armadas e pediu apoio à ONU e à comunidade internacional. O governo venezuelano considera essencial a solidariedade internacional para enfrentar o que vê como uma tentativa de desestabilização.
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