- Renato Antonio Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, é o candidato do Partido Liberal (PL) a deputado federal em 2026.
- O partido busca aproveitar a notoriedade da família em São Paulo, especialmente com a ausência do deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.
- Durante a manifestação de 7 de Setembro, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, anunciou que Renato usará o número 2222 nas eleições.
- Renato tem um histórico eleitoral fraco, com apenas uma vitória em oito candidaturas, e foi multado em R$ 5 mil por propaganda negativa em sua última campanha.
- Influentes figuras da direita demonstram ceticismo sobre sua viabilidade eleitoral, apesar de Renato se apresentar como um “potencial puxador de votos”.
O empresário Renato Antonio Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, é a aposta do PL para deputado federal em 2026. Apesar de seu histórico eleitoral fraco, com apenas uma vitória em oito candidaturas, o partido busca capitalizar o sobrenome da família em São Paulo. A estratégia surge em um momento em que o deputado federal Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos, deixando o PL sem uma figura forte na região.
Durante a manifestação de 7 de Setembro na Avenida Paulista, Renato foi apresentado pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, que destacou sua semelhança com o irmão. “O Renato vai ser nosso candidato a deputado federal por São Paulo”, afirmou Costa Neto, que também revelou que Renato usará o número 2222 nas eleições. No entanto, a trajetória política de Renato é marcada por desafios, incluindo uma recente condenação por propaganda negativa.
Renato foi multado em R$ 5 mil por disparar mensagens de WhatsApp durante sua última campanha, onde fez acusações sobre a “máfia da saúde”. Além disso, ele enfrenta a reputação de ser um “funcionário fantasma”, uma acusação que surgiu quando atuava como secretário parlamentar. Embora tenha conseguido recursos significativos para sua cidade, sua popularidade é questionada.
A candidatura de Renato pode encontrar resistência dentro do próprio eleitorado bolsonarista. Influentes figuras da direita expressaram ceticismo sobre sua viabilidade eleitoral, afirmando que o sobrenome não garante apoio. Renato, por sua vez, se apresenta como um “potencial puxador de votos” e afirma estar em campanha para defender o legado de seu irmão e as pautas da direita.
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