- O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, condenou sanções econômicas e ameaças militares dos Estados Unidos em 9 de setembro de 2025.
- A declaração foi feita em meio a tensões relacionadas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta um julgamento no Supremo Tribunal Federal.
- A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que o governo de Donald Trump considera o uso de força militar para “proteger a liberdade de expressão”.
- O Palácio do Planalto reafirmou seu compromisso com a soberania nacional e a defesa da democracia, repudiando tentativas de coação externa.
- O Itamaraty destacou que não se deixará intimidar por ameaças e que a defesa da democracia é um dever dos três Poderes da República.
O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, condenou nesta terça-feira, 9, as sanções econômicas e ameaças militares dos Estados Unidos. A declaração ocorre em um contexto de crescente tensão, especialmente em relação ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que enfrenta um julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF).
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, anunciou que o governo de Donald Trump considera o uso de força militar para “proteger a liberdade de expressão” globalmente. Essa afirmação foi feita em resposta a possíveis sanções ao Brasil devido ao processo contra Bolsonaro. O governo brasileiro, por sua vez, reafirmou seu compromisso com a soberania nacional e a defesa da democracia.
Em nota oficial, o Palácio do Planalto destacou que “o primeiro passo para proteger a liberdade de expressão é defender a democracia e respeitar a vontade popular expressa nas urnas”. O governo brasileiro repudiou a tentativa de forças antidemocráticas de instrumentalizar governos estrangeiros para coagir as instituições nacionais.
Além disso, o Itamaraty enfatizou que não se deixará intimidar por ameaças externas, reiterando a importância de respeitar os processos democráticos. A nota conclui que a defesa da democracia é um dever dos três Poderes da República, que não se intimidarão diante de atentados à soberania do Brasil.
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