- O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, onde busca sanções contra o Brasil.
- Lula afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro “sabe que fez burrice” ao tentar desestabilizar o país após as eleições de 2022.
- O presidente descartou a possibilidade de anistia a Jair Bolsonaro antes de uma condenação, afirmando que “essa gente está sendo julgada pelos desmazelos que fez”.
- Durante o evento em Manaus, Lula lançou o programa União com Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais, destacando a importância de cuidar do meio ambiente.
- Lula também inaugurou o Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia e reafirmou que o Brasil deve cuidar de seus próprios interesses, sem aceitar interferências externas.
O presidente Lula criticou, nesta terça-feira, 9, a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos, onde busca sanções contra o Brasil. Durante um evento em Manaus, Lula afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro “sabe que fez burrice” ao tentar desestabilizar o país após as eleições de 2022. As declarações ocorrem em meio a investigações que podem levar Jair à prisão por sua suposta tentativa de golpe.
Lula destacou que não há espaço para discutir anistia a Jair Bolsonaro antes de uma condenação. “Essa gente está sendo julgada pelos desmazelos que fez”, afirmou o presidente, referindo-se à situação política atual. Ele criticou a estratégia de Eduardo, que, segundo Lula, tenta influenciar o governo dos EUA a taxar o Brasil.
Programa Ambiental
No mesmo evento, Lula lançou o programa União com Municípios pela Redução de Desmatamento e Incêndios Florestais. O presidente enfatizou a importância de cuidar do meio ambiente e da Amazônia, ressaltando que o Brasil deve enfrentar este momento histórico com dignidade. “Este país tem mulheres, homens, crianças que têm orgulho de ser brasileiro”, disse.
Além disso, Lula inaugurou o Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia ao lado do presidente da Colômbia, Gustavo Petro. O petista reafirmou que o Brasil deve cuidar de seus próprios interesses e não aceitar interferências externas.
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