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Mãe denuncia importunação sexual sofrida por filha de 12 anos em colégio no Leblon

Mãe denuncia importunação sexual de filha em escola no Leblon; instituição nega e afirma que medidas foram tomadas

Colégio pH Jockey (Foto: Reprodução)
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  • Uma mãe denunciou que sua filha foi vítima de importunação sexual no Colégio pH, unidade Jockey, no Leblon.
  • O incidente ocorreu durante uma aula de matemática, quando um colega tocou nas partes íntimas da menina.
  • A escola afirmou que o relato não corresponde aos fatos e que duas crianças foram repreendidas por conduta inadequada.
  • A mãe criticou a resposta da escola, que teria minimizado o ocorrido, e registrou uma queixa na 15ª Delegacia de Polícia da Gávea.
  • A promotora da Infância e Juventude do Ministério Público do Rio, Luciana Grumbach, destacou que o menor pode ser responsabilizado se houver queixa formal.

Uma mãe denunciou que sua filha de 12 anos foi vítima de importunação sexual dentro do Colégio pH, unidade Jockey, no Leblon. O incidente teria ocorrido na última sexta-feira, durante uma aula de matemática, quando um colega tocou nas partes íntimas da menina, que pediu para que ele parasse. A situação foi interrompida com a ajuda de outros alunos.

A escola, por sua vez, afirmou que o relato não corresponde aos fatos. Em nota, o Colégio pH declarou que duas crianças foram repreendidas por conduta inadequada, mas não houve relatos de assédio. A mãe da vítima criticou a resposta da coordenação, que teria minimizado o ocorrido como uma “brincadeira”. Ela tentou contato com a direção, mas não obteve retorno.

A mãe relatou que a filha está traumatizada e se sente insegura na escola. Ela registrou uma queixa na 15ª DP (Gávea), afirmando que a escola não tomou as medidas adequadas para lidar com a situação. A promotora da Infância e Juventude do Ministério Público do Rio, Luciana Grumbach, destacou que, em casos de importunação sexual, o menor pode ser responsabilizado se houver queixa formal.

A psicanalista Mônica Donetto Guedes enfatizou a importância de ouvir os jovens envolvidos e levar seus relatos a sério. Para ela, a escola deve ser um espaço de respeito e proteção, onde os alunos possam compartilhar suas experiências. A responsabilidade da instituição é fundamental para garantir a integridade emocional e física dos estudantes.

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