- A NFL negou que a bandeira dos Estados Unidos exibida em uma manifestação de extrema-direita na Avenida Paulista seja a mesma utilizada em um jogo na cidade.
- O porta-voz da liga, Brian McCarthy, afirmou que a bandeira está guardada em um depósito.
- Deputados federais Pedro Campos (PSB-PE) e Lindbergh Farias (PT-RJ) levantaram suspeitas sobre a origem da bandeira, citando semelhanças e a proximidade dos eventos.
- Eles solicitaram à Polícia Federal a investigação da origem da bandeira e possíveis financiamentos externos para a manifestação.
- A legislação brasileira proíbe o financiamento de atividades políticas por entidades estrangeiras.
A NFL negou que a bandeira dos Estados Unidos exibida durante uma manifestação de extrema-direita na Avenida Paulista, no último domingo, seja a mesma utilizada em um jogo realizado na cidade dois dias antes. O porta-voz da liga, Brian McCarthy, afirmou que a bandeira está guardada em um depósito e que os deputados que pediram investigação sobre sua origem estão equivocados.
Os deputados federais Pedro Campos (PSB-PE) e Lindbergh Farias (PT-RJ) levantaram suspeitas sobre a bandeira, citando semelhanças nas medidas e tonalidades, além da proximidade temporal e geográfica dos eventos. Eles solicitaram à Polícia Federal que apure a origem da bandeira e investigue possíveis financiamentos externos para a manifestação, o que poderia infringir normas constitucionais e eleitorais.
Os parlamentares destacaram que a legislação brasileira proíbe o financiamento de atividades políticas por entidades estrangeiras. No pedido de investigação, eles pedem a identificação da origem, custódia e transporte da bandeira, além da oitiva de representantes da NFL Brasil e organizadores do ato. A situação levanta questões sobre a influência externa em manifestações políticas no Brasil e a necessidade de uma apuração rigorosa.
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