- O papa Leão XIV classificou como “realmente sério” o ataque israelense a líderes do Hamas em Doha e a evacuação da Cidade de Gaza.
- As declarações foram feitas ao deixar o Palácio de Castel Gandolfo, antes de retornar ao Vaticano.
- O papa expressou preocupação com a situação em Gaza e tentou contatar o pároco da Igreja da Sagrada Família, mas não obteve resposta.
- Na última quinta-feira, o papa se reuniu com o presidente israelense, Isaac Herzog, para discutir a urgência de um futuro para o povo palestino e a possibilidade de um cessar-fogo.
- O ataque israelense foi confirmado como um “ataque preciso” contra a alta liderança do Hamas em Doha.
O papa Leão XIV classificou como “realmente sério” o recente ataque israelense a líderes do Hamas em Doha e a evacuação da Cidade de Gaza. As declarações foram feitas nesta terça-feira, ao deixar o Palácio de Castel Gandolfo, antes de retornar ao Vaticano. O pontífice destacou a gravidade da situação, afirmando que “não sabemos para onde as coisas estão indo” e enfatizou a necessidade de oração.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram um “ataque preciso” contra a alta liderança do Hamas, que ocorreu em Doha, capital do Catar. Um funcionário israelense detalhou que o bombardeio visava líderes do grupo islâmico que residem na cidade. O papa também expressou preocupação com a evacuação da Cidade de Gaza, reiterando que “toda a situação é realmente grave”.
Em sua tentativa de se conectar com a única igreja católica em Gaza, a Igreja da Sagrada Família, o papa relatou que não conseguiu estabelecer contato com o pároco local. “Tentei ligar para o pároco agora, não tenho notícias, mas eles certamente estavam bem”, afirmou.
Na última quinta-feira, o papa se reuniu com o presidente israelense, Isaac Herzog, no Vaticano. Durante o encontro, discutiram a urgência de “garantir um futuro para o povo palestino” e a possibilidade de um cessar-fogo permanente. Essa reunião faz parte de um esforço para melhorar as relações entre o Vaticano e Israel, após tensões provocadas pelo bombardeio da paróquia católica em Gaza, que abrigava mais de 400 pessoas, incluindo crianças e pessoas com necessidades especiais. O papa tem reiterado seu apelo por um cessar-fogo, destacando a importância de acabar com a violência e abrir caminhos para o diálogo.
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