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Restos mortais de mulher esquartejada são identificados em Porto Alegre

Ricardo Jardim é investigado por feminicídio após assassinato e esquartejamento de Brasília Costa em Porto Alegre. Restos mortais foram encontrados

Suspeito deixa mala com corpo na rodoviária de Porto Alegre, conforme registrado por câmeras de segurança (Foto: Reprodução)
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  • A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o assassinato e esquartejamento de Brasília Costa, manicure de 65 anos, em Porto Alegre.
  • A identidade da vítima foi confirmada por meio de testes de DNA.
  • O tronco foi encontrado em uma mala na estação rodoviária no dia 1º de setembro; as pernas foram localizadas em diferentes pontos da orla do Guaíba.
  • O principal suspeito é Ricardo Jardim, ex-namorado da vítima, que já possui um histórico criminal e está preso por feminicídio.
  • A polícia investiga o possível interesse financeiro de Jardim na morte de Brasília, que teria tentado movimentar seus cartões bancários.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul investiga o assassinato e esquartejamento de Brasília Costa, uma manicure de 65 anos, cujos restos mortais foram encontrados em Porto Alegre. O principal suspeito é Ricardo Jardim, ex-namorado da vítima, que já possui um histórico criminal.

A identidade de Brasília foi confirmada por meio de testes de DNA realizados pelo Instituto-Geral de Perícias. O tronco da vítima foi descoberto em uma mala na estação rodoviária da cidade no dia 1º de setembro. Câmeras de segurança mostraram um homem, que se assemelha a Jardim, deixando a mala no local. A polícia também localizou as pernas da vítima em diferentes pontos da orla do Guaíba, nos dias 6 e 8 de setembro.

A investigação aponta que o crime pode ter ocorrido em 9 de agosto. Fragmentos de braços e pernas já haviam sido encontrados em um saco de lixo no dia 13 de agosto, na zona leste de Porto Alegre. A polícia acredita que os membros encontrados recentemente pertencem a Brasília, e a cabeça da vítima ainda não foi localizada.

Ricardo Jardim, de 66 anos, está preso preventivamente e é investigado por feminicídio. Ele foi condenado em 2018 a 28 anos de prisão pela morte da própria mãe, que foi brutalmente assassinada. Jardim estava em regime semiaberto, mas foi considerado foragido após não se apresentar para a colocação de tornozeleira eletrônica.

A polícia investiga também o interesse financeiro de Jardim na morte de Brasília, que teria tentado movimentar os cartões bancários da vítima e se passado por ela em mensagens a familiares. O caso gerou grande repercussão na comunidade local, que se mostra chocada com a brutalidade do crime.

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