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Acusado de homicídio em trem nos EUA afirma que ‘materiais’ influenciaram crime

Decarlos Brown Jr. alega que "materiais" em seu corpo o levaram a assassinar Iryna Zarutska em um trem na Carolina do Norte

Secretária de Imprensa da Casa Branca apresenta fotografias da vítima Iryna Zarutska e do acusado Decarlos Brown Jr. em coletiva de imprensa (Foto: Reprodução)
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  • Decarlos Brown Jr. é acusado de assassinar Iryna Zarutska em um trem na Carolina do Norte.
  • Ele alegou em uma ligação que “materiais” em seu corpo o levaram a cometer o crime.
  • Brown questionou por que a vítima, uma ucraniana, foi escolhida e pediu uma investigação sobre sua condição mental.
  • O histórico criminal de Brown inclui quatorze prisões nos últimos doze anos, com acusações de assaltos e danos à propriedade.
  • Ele enfrenta acusações de homicídio doloso, que podem resultar em penas severas.

Decarlos Brown Jr., acusado de assassinar Iryna Zarutska em um trem na Carolina do Norte, alegou em uma ligação que “materiais” em seu corpo o levaram ao crime. O incidente ocorreu no fim de agosto, e a gravação da conversa foi compartilhada por sua irmã, Tracy Brown, com o jornal britânico The Daily Mail.

Na ligação, Decarlos questionou por que a vítima, uma ucraniana, foi escolhida. Ele afirmou que “eles simplesmente a atacaram” e pediu uma investigação sobre sua condição mental. A família de Brown afirma que ele sofre de esquizofrenia e já possui um histórico criminal com 14 prisões nos últimos 12 anos, incluindo assaltos e danos à propriedade.

Em interações anteriores com a polícia, Decarlos mencionou a presença de “materiais” em seu corpo, que, segundo ele, controlavam suas ações. Em janeiro, ele foi acusado de uso indevido do serviço de emergência após relatar que estava sendo controlado por esses “materiais”. Após esse episódio, foi libertado sob condições específicas.

Atualmente, Brown enfrenta acusações estaduais e federais de homicídio doloso, que podem resultar em penas severas. Embora a Carolina do Norte não execute prisioneiros desde 2006, o governo federal realizou execuções até 2021. O caso ganhou destaque após ser utilizado por membros da base trumpista, incluindo o ex-presidente Donald Trump, para argumentar sobre o aumento da violência no país, apesar de dados contrários.

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